Arquivo de agosto \31\UTC 2011

Eco Performances Poéticas exibem produto da SEDA-JF

Na já tradicional primeira quinta de cada mês o Espaço Mezcla abriga a poesia em movimentação com o Eco Performances Poéticas. E no Sarau do mês de setembro o Sem Paredes tem a honra de expor seu curta metragem feito por alunos das oficinas da Semana de Audiovisual (SEDA),  “Sob o véu de lenda” trata de forma experimental a lenda urbana da noiva que vaga pelo mirante a procura do noivo.

Com o intuito de mostrar que a poesia não está somente nos versos falados, o curta será exibido no dia 1 de setembro, às 20H, no Espaço Mezcla,  (Rua Benjamin Constant, 720. Centro – JF).


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Cineclube Bordel Sem Paredes no 5º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora

O Cineclube Bordel sem Paredes participa do 5º Festival Nacional de Teatro de Juiz de Fora, apresentando a mostra “Do palco à tela”. Serão apresentados filmes em três dias que mostram vários aspectos relativos à arte teatral. A intenção e levar ao espectador, uma programação a mais com filmes que tragam a interseção de linguagens, que vai além do simples teatro filmado, mas produções que nos levam pra dentro do universo das artes cênicas.

01/09 – 19 Horas

Esboço para Teatro I

Direção: Kieron J. Walsh
Elenco: Milo O’Shea, David Kelly
Duração: 18 minutos
Ano: 2000
Dois velhos mendigos, um cego e um aleijado numa cadeira de rodas encontram-se esquina de uma rua deserta. Um propõe ao outro que formem uma aliança, mas estes homens não estão destinados a se entenderem.

O Improviso de Ohio

Direção: Charles Sturridge
Elenco: Jeremi Irons
Duração: 11 minutos
Ano: 2000
Um leitor narra uma triste história a um ouvinte, que apenas bate na mesa em resposta.

Ir e Vir
Direção: John Crowley
Elenco: Paola Dionisotti, Anna Massey, Siân Phillips.
Duração: 8 minutos
Ano: 2000
Três mulheres em um banco. A união das três repousa em um passado que não deve ser mencionado. Quando muito, reencenado. Uma a uma, elas saem. Quando cada uma está fora de vista, as outras duas compartilham um segredo sobre a terceira.

Catástrofe
Direção: David Mamet
Elenco: Harold Pinter, Rebecca Pidgeon, John Gielgud.
Duração: 6 minutos
Ano: 2000
Um Diretor autoritário e sua assistente dão os retoques finais na última cena de uma apresentação dramática, por meio de um processo totalmente desumano, no qual o personagem passa do mais negro possível para todo branqueado e despido.

Ato sem Palavras

Diretor: Enda Hughes
Elenco: Marcello Magni, Pat Kinevane
Duração: 10 minutos
Ano: 2001
Em uma tira de filme existe uma pilha de roupas e dois homens em sacos, que lembram muito Valdimir e Estragon (de Esperando Godot).
Os dois homens conduzem suas vidas de forma isolada um do outro: quando se está acordado, o outro está dormindo em sua bolsa.

Encenação

Diretor: Anthony Minghella
Elenco: Alan Rickman, Kristin Scott Thomas, Juliet Stevenson
Duração: 16 minutos
Ano: 2001
Três personagens em urnas. Confusos, assustados, arrependidos, magoados, contam de forma fragmentada a sua história.
Estão eles no inferno? No purgatório? Não importa qual seu pecado, seu crime. A punição é a memória, freneticamente revivida. Nos dizeres de um dos personagens: “Eu esperava algo melhor. Mais repousante”. Mais que lembrar – a angústia está em ser deixado sozinho com suas lembranças.

02/09 – 19 horas

Moscou
Direção: Eduardo Coutinho
Em Belo Horizonte o Grupo Galpão aceitou o desafio de montar, ao longo de três semanas de ensaios, a peça teatral “As Três Irmãs”, de Tchekhov. Com um detalhe: a peça jamais será apresentada ao público.

03/09 – 19 horas

Noviembre

Direção: Achero Mañas
Levado por seu espírito idealista, Alfredo decide criar “uma arte mais livre, interpretada com o coração, capaz de fazer as pessoas se sentirem vivas”. Seu conceito de teatro vai além do cenário, é realizado nas ruas, cara a cara com o público. Em uma praça qualquer, em um parque ou na avenida mais comercial da cidade, Alfredo e seu grupo “Noviembre” (Novembro), começam a função: diabos que provocam os passantes, atuações de denúncia social, ações levadas ao extremo de por em alerta as forças da ordem pública. Não há limites nem censuras, só idéias, e todas são válidas se são capazes de conseguir que o espectador deixe de ser espectador e passe a fazer parte da representação. Surpreenda-se, assuste-se, ria ou chore. O teatro como a vida, a vida como o teatro… já não há diferença.

AS SESSÕES ACONTECEM ÀS 19 HORAS NA VIDEOTECA JOÃO CARRIÇO 
(Av. Rio Branco, 2234 (Prédio da Funalfa) – Centro)

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Em Cartaz no Cineclube Bordel Sem Paredes: “A Falta Que Me Faz”

Nessa semana, o Cineclube Bordel Sem Paredes exibe o filme “A Falta Que Me Faz”.

Sobre o filme:

Em uma cidade rodeada pela Cordilheira do Espinhaço, quatro meninas vivem o final de sua adolescência. Durante a semana elas vivem dias de amizade, angústias e contradições, sendo que nos finais de semana se encontram nas festas de forró locais.

O filme será exibido às 19 horas, nessa quinta (dia 16/08) no Anfiteatro João Carriço  (Av Rio Branco, 2234 (Prédio da Funalfa) – Centro).

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Relato Awara Nane Puttane – Pregão Fora do Eixo

Olá meus caros,

Venho aqui relatar uma incrível jornada que fiz para a realização do projeto Awara Nane Putane – Uma História do Cipó.

Animação as 7 horas da manha começando a subir o rio. Mal sabia que essa viagem ia durar 14 horas.

Fui selecionado no pregão Fora do Eixo para realizar o making of do processo de produção de uma animação, cuja o storyline é uma antiga lenda do povo indigena Yawanawá que conta a origem do Huni (ayahuasca).

Toda a equipe no pé de uma Samauma

Fomos lá com a proposta de executar uma oficina de desenho para buscar referências da subjetividade de cada um enquanto eram contadas histórias pelos mais velhos e iamos vivenciando os rituais.

Ney, eu e o Sérgio Carvalho

Cheguei lá com a missão de fazer um making of de todo esse papel mas acabamos criando um documentário que investigou a história do povo deles.

contato com a natureza.

O trabalho realizado nas oficinas e na vivência chegou num momento muito conveniente. O povo yawanawa foi explorado durante muitos anos pelos seringalistas, e tiveram sua cultura massacrada pelos missionários evangélicos que proibiram toda manifestação cultural deles com o discurso de ser atos diabólicos e demoníacos. Então houve uma ruptura e um trabalho de contaminação dentro das aldeias que acabou na expulsão dessa galera. A partir de então, começou um trabalho de resgate da cultura ancestral, os velhos voltaram a falar na lingua e ensinar aos outros, Voltaram a realizar os rituais com o Huni, com o Rapé e todas as outras medicinas da floresta, e aos poucos foram mostrando para todos ali dentro o que eles eram.

Grande Amigo CapaCuru

Hoje já existe uma escola indigena instalada lá, que já educa as crianças ensinando a língua, e com brincadeiras tradicionais semanais, com pintura, danças brincadeiras e cantos.

Nesse contexto nós chegamos, e fomentamos o contato de uma juventude que exerce uma militancia cultural, fotalecendo esse resgate e ao mesmo tempo deixando a marca de sua geração com violões e ritimos novos para as músicas tradicionais. E os velhos, que já contam poucas histórias mas são bibliotecas vivas do de um conhecimento que não há registro.
Conhecemos também o Sr Yawá, velho que estima-se que tenha 100 anos. Ele é realmente uma figura incomum, felicidade exala de seus poros e contamina a todos ao redor. Fizemos um curta com ele, pedindo ele para apresentar a aldeia e conversando sobre o presente, passado e futuro da comunidade.

Lili, Lindinha.

Fiz muitos amigos, irmãos e principalmente parceiros, tanto os brancos da equipe quanto os índios rolou uma ligação forte, esses 15 dias foram realmente muito fortes para marcar a memória e a história de todos que participaram de forma muito significante e marcante.
Sérgio Carvalho é um grande homem, literalmente com seus 1,90 e poucos. Conversei muito com ele sobre a DF5 e a distribuição cineclubista e os lançamentos que estamos fazendo, ele se interessou muito e faz parte de dois cineclubes em Rio Branco, e com certeza esse dialogo vai ser duradouro e vai trazer bons frutos. A animação deve ficar pronta no começo do ano que vem, e o doc antes, estamos trabalhando na catalogação do material e vou começar a montar.
Karla se tornou uma grande amiga, foi muito bom trocar com ela, conversar muito sobre o fora do eixo, e muitas outras conversas que seguem infinitamente, foi bom conhecer mais um pouco o comecinho do processo de construção do FDE lá no Acre, ver o mundo pela visão da galera do norte, foi muito bom para me dar uma nova pespectiva.

Toda Equipe Reunida

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Seleção de artistas para o Conexão Vivo

 

 

O Conexão Vivo tá trazendo uma nova oportunidade aos músicos, para se apresentar por todo o Brasil.

Entre os dias 4 e 21 de agosto estão abertas as inscrições no edital do Conexão Vivo que selecionará 45 artistas para se apresentar dentro de atividades do programa até setembro de 2012. A inscrição é gratuita e todo o processo é realizado online no portal Conexão Vivo. Não há restrição em relação a estilos musicais ou localidade dos artistas inscritos, bastando que a banda/artista em questão tenha perfil no portal com, pelo menos, duas músicas completas, release/currículo e foto.

Dos 45 selecionados, 15 vagas serão exclusivas para artistas de música instrumental. A seleção será feita por uma curadoria especial formada por profissionais do mercado musical, que escolherá 39 artistas. As seis vagas restantes serão definidas através de voto popular, sendo três delas direcionadas ao gênero instrumental.

Não perca!

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Edital de Vivência – Repórter CMFI

Atenção jornalistas e estudantes de jornalismo para a oportunidade que o Fora do Eixo Minas traz para vocês!

O CMFI (Circuito Mineiro de Festivais Independentes) acaba de lançar o Edital de Vivência que vai selecionar 2 repórteres multimídia para 10 festivais do circuito.

Os selecionados ganharão a passagem para a cidade do festival além de hospedagem e alimentação. Eles ficarão responsáveis por ministrar a oficina de midialivrismo e coordenar a cobertura colaborativa de cada festival, juntamente com um gestor da equipe do Centro Multimídia Fora do Eixo Minas.

Além da experiência no campo da comunicação, os selecionados participarão do processo de produção do festival, pois irão alguns dias antes do início dos festivais.

O primeiro festival a receber a vivência é o Alambique do Som, que acontece entre os dias 11 a 14 de agosto, em Barbacena.

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