Arquivo de dezembro \24\UTC 2010

Coletivo Sem Paredes no Observatório da Diversidade Cultural

Coletivo Sem Paredes

Projeto de Juiz de Fora, em Minas Gerais, é exemplo de continuidade do curso Pensar e Agir com a Cultura
23/12/2010

 

Por Leandro Lopes, da Redação do ODC

Foto: Coletivo Sem Paredes

 

Um dia, uma socióloga da arte, uma designer e um cinéfilo e jornalista convidaram um músico, um técnico do audiovisual, um diretor de fotografia e um outro designer para tentar despertar em Juiz de Fora, em Minas Gerais, a potência cultural da cidade. Assim surgiu o Coletivo Sem Paredes, uma rede colaborativa de trabalho no campo da cultura e da arte, que agrega produtores e agentes culturais de variadas inspirações. “O Coletivo pretende ser um ponto de contato para artistas e produtores culturais e um vetor de informação, formação e circulação destes artistas e obras no cenário regional e nacional”, resume Virginia Strack, a socióloga da arte da história acima.

 

Segundo ela, o coletivo nasceu de uma paixão pela arte e pela percepção de que Juiz de Fora é uma cidade rica culturalmente e muito bonita em termos de arquitetura e patrimônio ambiental. Juntou-se a isso as discussões ocorridas no curso de Desenvolvimento e Gestão Cultural, promovido pelo Pensar e Agir com a Cultura, do Observatório da Diversidade Cultural, na cidade.

 

“O Coletivo é um “filho” do Pensar e Agir tanto por conta da formação que o curso  nos ofereceu, os conceitos e estratégias para o trabalho com a cultura, como também pelo encontro que ele proporcionou. Nós só poderíamos iniciar este trabalho, se vibrássemos numa frequência comum de pensamentos. Antes de qualquer coisa precisávamos compreender certos conceitos do trabalho em rede para que pudéssemos nos organizar sob essa perspectiva. No curso, muitos dos conceitos do trabalho coletivo e em rede já eram abordados e eu percebi que a oportunidade de reunir pessoas num coletivo cultural estava ali mesmo na nossa turma”, conta. Foi desta turma que saiu a designer Ana Loureiro e o cinéfilo e jornalista Daiverson Machado (da história acima). Além dos amigos, Guto Gomes (músico), Daniel Correa (técnico de audiovisual), João Paulo Lopes (designer) e Gian Martins (diretor de fotografia).

 

Virginia conta que todos que toparam a empreitada já viam de atuações individuais. “A nossa junção é uma estratégia de inteligência. O Sem Paredes abriga a “Dionisíaca” que é uma promotora de música, abriga o “Cineclube Bordel Sem Paredes”, a “Lupa Vídeo Produtora Audiovisual”, o “Estúdio Nave” e a “Aqui Tem Cultura”, produtora que trabalha com artes cênicas”.

 

O objetivo principal é estimular a produção e circulação do material artístico independente. O projeto está também ligado aos conceitos de diversidade cultural. Para Virginia, o que faz a cultura é a diferença. “É a possibilidade de que os mais variados grupos sociais e artísticos se encontrem, troquem e engendrem novas formas de sociabilidades, arte e cultura. A própria vivência singular dos componentes, nas mais diferentes áreas e formações, contribui para a construção de um ambiente que propicia a troca e a ampliação da visão de mundo”.

 

Há duas semanas, o Coletivo Sem Paredes foi lançado em Juiz de Fora com a presença do coordenador de Articulações do Observatório da Diversidade Cultural, José Oliveira Junior. Para conhecer mais sobre o Coletivo, basta acessar aqui!

http://www.observatoriodadiversidade.org.br/?pag=noticias_detalhe&id=615

 

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Samba da melhor qualidade

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O que é a Noite Fora do Eixo?

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Martiataka lança seu EP “Karma, baby”


Martiataka, banda juizforana que participará da I Noite Fora do Eixo na cidade, lançou ontem, 04/12, no Muzik, seu último EP, “Karma, baby!”. O CD é o sétimo da carreira da banda, que já comemora 10 anos de estrada.

Karma, baby! traz as inéditas Quer saber, Bem perto, Karma baby e uma deliciosa versão de Eu não matei Joana D’arc, grande sucesso oitentista do Camisa de Vênus.

Para celebrar a primeira década da banda, toda a discografia do Martiataka está disponibilizada para download no site do grupo, www.martiataka.com.

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Final do II Festival de Cenas Curtas

 

No último sábado, dia 04/12, foi realizada a final do II Festival de Cenas Curtas de Juiz de Fora, no CCBM. Das sete cenas finalistas, “Psicos” (foto), escrita por Tairone Vale e encenada por Tarcízio Dalpra Jr., Marcos Bavuso, Samir Hauaji e pelo próprio autor, levou o terceiro lugar. Excelente colocação para uma comédia, gênero que tradicionalmente fica de fora das premiações de festivais de teatro. A cena foi produzida por Ana Loureiro (Sem Paredes) e Letícia Cunha Barros.

Os outros premiados da noite foram: “Quarta-feira de Cinza” (direção Zezinho Mancini), em segundo lugar, e “Estranho farol dos cacos”(direção Tom Brynner), em primeiro. “A teoria do que poderia ter sido” (direção Bárbara Dias) levou o prêmio Destaque.

O festival foi realizado pela Funalfa, que promete dar continuidade ao evento nos próximos anos.

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O Brasil quer ver seu filme

 

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