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e a construção continua…

Ontem tivemos mais uma reunião sobre o Festival Sem Paredes. Continuamos nossa conversa sobre nossas Tags e processos colaborativos e lá se vai a economia feita de forma sustentável e solidária, alimentação saudável como forma de vida, modos de organização, movimentos produzindo sua própria mídia, o processo sendo fundamental para a realização…
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Seguindo a ideia das Tags da ultima reunião, iremos nos organizar em frentes temáticas de produção:
1 – Campo Dedicação exclusiva
Frente Mídia: discute mídia livre e divulga o conteúdo do festival
Frente Produção Sem Paredes
Frente Financeira

2- Campo político
Frente Ambiente: políticas ambientais dentro do festival
Frente Economia solidária: espaço de aplicação para um modelo economico criativo
Frente Política: insere as eleições na programação, apresenta novos meios políticos de Cultura Digital
Frente Cidades: ocupação dos espaços publicos e mobilidade urbana
Frente Alimentação: alimentação de forma saudável

3 – Campo das linguagens
Frente Música: musica autoral,mineira e nacional
Frente Cênicas: teatro, dança, performance…
Frente Artes visuais: fotografia, plásticas, design, moda
Frente Esportes: slackline, bicicletas, alogamentos e yoga…
Frente Letras: poesia, contos, fanzine
Frente audiovisual: cinema, vídeo, projeção…
Frente Cultura Urbana: hip-hop, grafitti, skate, duelos de mc´s

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Lançamento Droba Pra Lá em Ibitipoca com dupla exposição e show do Luis Leite Trio

Filmado em 2011, o documentário de Felipe Scaldini, é um longa metragem que retrata o cenário atual da comunidade de moradores da Serra do Ibitipoca, município de Lima Duarte.
O filme, “Ibitipoca, droba pra lá”, foi selecionado para o IV Festival de cinema de Paulínia, um dos mais aclamados festivais de cinema do Brasil. De imediato, o filme alcançou reconhecimento do público e da crítica especializada.

Por nossa sorte, e através do patrocínio da empresa Usiminas e da Reserva do Ibitipoca, teremos um evento lindo num lugar especial! Nesse final de semana (30 de junho e 1º de julho), em Ibitipoca, teremos uma sessão especial de lançamento do documentário e mais um showzaço! Isso mesmo! Um showzaço!!!

Luis Leite Trio, grupo responsável pela composição da trilha sonora presente no filme, é liderado por um dos mais brilhantes violonistas da nova geração da música instrumental brasileira, e se apresentará no sábado a noite para esquentar um pouco os ares da Serra.

A Praça da Igreja da Matriz, em Ibitipoca, estará fervendo cultura esse final de semana!

Para sacar o filme: http://ferrovelhoproducoes.com.br/ibitipoca/
Site Oficial Luis Leite: http://www.luis-leite.com/

Evento no Facebook: http://www.facebook.com/events/407008896011889/408988409147271/?ref=notif&notif_t=plan_mall_activity

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Eco Performance Poéticas de Junho – 4 anos de aniversário

Ocupando o espaço literário juizforano, o sarau musicado da cidade comemora seu quarto aniversário com muita poesia como lhe é de costume: Eco Performance Poéticas, edição de junho!

Os convidados para a comemoração do mês são Knorr (jornalista, músico, designer e poeta), pré-lançando o livro Falavras e André Capilé – um dos fundadores da Eco. Entre as leituras da noite encontram-se também autores da cidade já participantes como Luiz Fernando Príamo, Anelise Freitas, Anderson Pires e Laura Assis.

Mantendo a tradição e o clima, Pedro Paiva ocupa a discotecagem da noite que respira e vive a conjunção de linguagens artísticas, começando pela poesia e a música.

A entrada é gratuita para esse evento mensal da primeira quinta-feira do mês. A sede do evento é o Espaço Mezcla, que fica na Rua Benjamin Constant, 720. Participe, o início é às 20 horas.

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GREEN NATION FEST

“Sustentabilidade para ver, ouvir e sentir”

Meio ambiente, sustentabilidade, novas mídias, educação – é inegável que estas têm sido algumas das pautas mais discutidas no país nas últimas semanas.

Após a mobilização popular em diversas cidades brasileiras pelo veto presidencial ao novo Código Florestal – que, infelizmente, só ocorreu parcialmente – , agora o assunto é a Rio+20, evento que reunirá governantes de países-membros das Nações Unidas que irão discutir a questão ambiental hoje e renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável.

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Entre todos estes acontecimentos está o Green Nation Fest – Festival interativo e sensorial, sediado no Rio e com entrada gratuita, que tem como propósito estimular o público a agir, através de práticas cotidianas, por um mundo mais sustentável.

Desde o dia 31 de maio até 7 de junho, diversas atividades que propõem a interatividade tomam conta da Quinta da Boa Vista nesta primeira edição do festival realizado pelo Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA), ONG que há mais de 20 anos desenvolve ações em parceria com instituições privadas, governamentais e multilaterais.

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Entre as atrações do festival estão a Competição e Mostra de Cinema e Novas Mídias, que incentiva a produção e a difusão de obras de diversas categorias (filmes, blogs, microblogs (twitter), fotos, cartuns, arquitetura), contribuindo para o engajamento social em questões fundamentais para a melhoria da condição de vida no planeta; Mostra Internacional de Longas e de Curtas (estes com obras selecionadas por festivais como o Animamundi e o francês FIFE e também produzidas por alunos da rede municipal de ensino da cidade do RJ); Feira interativa e sensorial, que propicia a simulação de situações extremas; Seminários sobre “Economia verde e criativa”, que contam com personalidades nacionais e internacionais do mundo acadêmico, cultural e corporativo, dscutindo alternaticas verdes aplicadas a Arquitetura, Design, Moda, Alimentação e às Novas Tecnologias; Quiz para os estudantes testarem seus conhecimentos sobre sustentabilidade; Exposição de cartuns; Aulão de yoga; e o Apadrinhamento de árvores.

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Este tipo de evento só evidencia ainda mais que as questões ambientais não vão – ainda bem! – deixar de ter relevância tão cedo.

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O caminho é esse mesmo: a conscientização coletiva para a valorização e preservação do que é nosso, em busca de condições de vida melhores para todos.

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SEDA – Semana do Audiovisual

Com mais de 50 edições no país, a Seda começou no mês de maio e vai até agosto. A SEDA é a Semana do Audiovisual é um festival de cinema integrado em rede que tem como objetivo criar plataformas de circulação entre as dezenas de edições.

Site oficial: http://seda.foradoeixo.org.br/wp/

A programação envolve Oficinas, Mesas de Debate, Sessões de Cinema, Performances e outras manifestações artísticas com o princípio de formar novos pensamentos e de conectar agentes locais  para criar e fortalecer as estruturas da produção audiovisual. A SEDA é organizada pelo Clube de Cinema, frente audiovisual do Fora do Eixo, que pensa a estruturação das cenas locais, criando vias de escoamento da produção emergente, abrindo rotas para circulação dos agentes que buscam fortalecer um novo mercado cultural.

A SEDA começou em  Taquaritinga – São Paulo, , passou por São Carlos, chegou a Minas em Poços de Caldas, Ouro Preto… e contando…


Em Juiz de Fora ela também vem com força total! De 11 a 18 de junho, a Seda contará com convidados para debater possibilidades culturais para o audiovisual, oficinas para formação de agentes, mostras de filmes e muita, muita discussão sobre cinema, audiovisual,distribuição, cultura, políticas publicas e mais!

Shows, performancês cênicas, lançamento de revista, banquinha de cds, livros e filmes! Muitos filmes!

Acompanhe a programação por aqui http://sedajf.wordpress.com/


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Violeta foi para o céu, é o filme do Cineclube dessa quinta!

“Escreva como você gosta, use os ritmos que aparecerem, tente diferentes instrumentos, sente-se ao piano, destrua o que é linear, grite ao invés de cantar, arrase na guitarra e toque a buzina. Odeie matemática e ame redemoinhos. Criação é um pássaro sem um plano de vôo, que nunca irá voar em uma linha reta.” Violeta Parra.

“Violeta foi para o Céu”, conta a história da compositora, cantora e folclorista chilena Violeta Parra, da infância humilde ao reconhecimento internacional, passando pela intensidade de suas contradições internas, falhas e paixões.

Baseado no romance homônimo de autoria de Ángel Parra, filho de Violeta, o filme de Andrés Wood faz um retrato da famosa cantora e folclorista chilena Violeta Parra, preenchido com seu trabalho musical, suas memórias, seus amores e esperanças. O filme é uma co-produção entre a produtora brasileira BossaNovaFilms, a chilena Wood Producciones e a argentina Maiz Producciones, e a distribuição é da Imovision.

Diretor de um dos filmes mais populares e aclamados do cinema chileno, “Machuca” (2004), Andrés Wood volta ao Brasil com seu novo longametragem,  “Violeta foi para o Céu”, após participar do Goya e ser premiado em Sundance (Grande Prêmio do Júri Internacional do Cinema Mundial Dramático); Toulouse (Prêmio do público); Guadalajara (melhor atriz e Fipresci); Miami (Grande Júri), além de ser o indicado do Chile para concorrer à vaga do Oscar deste ano.

“Violeta foi para o céu”, é baseado no romance homônimo de Ángel Parra (filho de Violeta Parra), e protagonizado pela atriz chilena Francisca Gavilán (“Ulysses”, 2010). O filme estreou no país no dia 07 de junho com a presença de Andrés que prestigia o Cine Ceará (de 01 a 03/06). Em seguida, Andrés encontra Francisca para juntos, participarem das pré-estreias de São Paulo (04/6) e do Rio de Janeiro (05/6). O longa abre a Mostra Competitiva do 22° Cine Ceará, no dia 1º de junho. Concorreram ao troféu Mucuripe, 12 curtas-metragens brasileiros e nove longas latino-americanos, sendo o Brasil com três títulos e Chile, Espanha, México, Guatemala, Argentina e Equador com um cada. O Cine Ceará acontece de 1 a 8 de junho, em Fortaleza, sob a temática: “Lutas Sociais na América Latina”.

Violeta Parra foi uma cantora popular e ícone da cultura do Chile. Suas canções, como “Gracias a la Vida” e “Volver a los Diecisiete”, foram gravadas por músicos de várias nacionalidades. Cantora, autora, colecionadora, poetisa, pintora, escultora, bordadeira e ceramista, Violeta foi uma artista multifacetada, ícone da cultura pop latina, tesoureira e guardiã das mais profundas tradições chilenas, além de ser uma mulher de contradições intensas.

Com mais de três mil músicas e outros trabalhos inspiradores, Parra resgatou a cultura tradicional esquecida, viajou pelo Chile, de norte a sul, para conhecer a voz do seu país, exaltar e salvá-la de estereótipos. Violeta reinventou a música, criando obras-primas e lançando-as pelo país e pelo mundo. “Criar a partir do que existe”, era seu lema.

Em 1964, o Louvre abriu suas portas pela primeira vez para um artista latino-americano, e Violeta foi a primeira mulher a expor seu trabalho no museu. Em 1965, ela voltou para o Chile e construiu uma grande tenda em La Reina, com o objetivo de torná-la o centro da cultura popular. Durante muito tempo, Violeta trabalhou para levar sua mensagem aos chilenos, uma mensagem de sensibilidade universal que, hoje, eleva-a à categoria de artista com raízes na tradição popular com mais fama internacional. No amor, quando Gilbert Favre, sua grande paixão a deixou, a tristeza tomou conta de seu coração e de sua vida.

Ficou curioso para saber mais sobre a vida e obra de Violeta Parra? Então venha ver o documentário as 19 hs no Anfiteatro João Carriço! Veja mais na pagina do filme e na pagina do evento no facebook!

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