Arquivo de março \31\UTC 2012

Cabruêra – Calourada DCE 2012

A grande surpresa da noite foi a banda Cabruêra. Vindos da Paraíba, com 11 turnês na Europa e 5 discos na bagagem, o grupo colocou os fortes – fortíssimos, aliás, pois foram necessárias horas de espera sob a chuva para poder ouvi-los – para dançar num embalo totalmente diferenciado.

Numa mistura de ritmos nordestinos com toques eletrônicos, pop e até orientais, a banda lança seu mais novo cd: Nordestino Oculto,njá disponível para download gratuito. Além disso, lançaram há pouco tempo também o incrível trabalho “Visagens Nordestinas”, no qual elaboraram um conjunto de músicas que foram conjugadas com a arte fotográfica de Augusto Pessoa.

A performance teve toda uma atmosfera lúdica ao propor danças em roda, relembrando clássicos da música brasileira e cantigas que certamente marcaram a história de grande parte de nós. Muito mais que um conjunto de acordes e notas, Cabruêra produz uma verdadeira antropofagia musical, digna de reconhecimento e admiração.

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Visco – Calourada DCE 2012

A Visco subiu ao palco durante a chuva, mas nem isso foi motivo para desanimar o público. Passando por clássicos do rock como “Losing My Religion” da já extinta R.E.M., “Last Kiss” do Pearl Jam, bandas mais recentes como Kings of Leon e também pelas nacionais, representada por Los Hermanos, a banda que lançará seu novo disco em breve soube como manter aquecido o público que já tinha assistido aos ótimos shows da Zona Blue e Vinil é Arte.

Dando continuidade e encerrando a série de eventos culturais da Calourada do DCE, a próxima banda a subir ao palco foi a Cabruêra, que vocês podem conferir no próximo post.

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Zona Blue – Calourada DCE 2012

A Calourada do DCE começou com o show da banda Zona Blue, tocando clássicos do pop-rock nacional. Com previsão de lançarem seu primeiro DVD ainda este ano, a banda contagiou a galera, que se deixou levar por clássicos como “Mulher de Fases”, “Tempo Perdido” e “Independência”.

O público não economizou na animação e cantou em coro todas as músicas, contribuindo para a energia positiva da festa.

Passaram pelo palco também a banda juizforana Visco, e direto da Paraíba a banda Cabruêra.

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Vinil é Arte! – Calourada DCE 2012

O Vinil é Arte veio mais uma vez dar o ar de sua graça em um dos eventos apoiados pelo Coletivo Sem Paredes. Dessa vez, o acontecimento prestigiado foi a Calourada do DCE – festa organizada pelo Diretório dos Estudantes para recepcionar os calouros e finalizar uma maratona de palestras sediadas em vários institutos da UFJF.

O coletivo de pesquisa musical que investe arduamente em seu incrível acervo de discos e músicas, tocou durante os intervalos dos shows das bandas Zona Blue, Visco e Cabruêra, também presentes na festa. A galera pôde curtir o som de novos artistas fantásticos – e ainda desconhecidos por muitos, como Criolo, Emicida e BNegão – assim como clássicos da música: Faith no More, por exemplo, também fez parte do repertório.

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Drogas, uma palestra, uma discussão, um debate.

A palestra que aconteceu ontem no anfiteatro da faculdade de direito da UFJF, foi organizada pelo DCE e pelo Coletivo Semeando visando abordar um tema polêmico e recorrente na sociedade: a criminalização das drogas.

A juíza aposentada Maria Lúcia Karam e o sociólogo Paulo Cesar Pontes Fraga, apontaram pontos muito importantes  sobre o quadro atual das drogas no Brasil e fizeram sugestões para a criação de uma nova politica mundial de drogas porque, segundo a juíza Maria Luiza, as drogas sempre existiram na sociedade, é irreal pensar um mundo sem elas. O que falta é uma politica eficaz, feita a nível mundial para que o controle seja mais efetivo e que os efeitos causados pelo trafico diminuam cada vez mais, melhorando a qualidade de vida daqueles que mais sofrem os malefícios causados pelo trafico: as camadas mais pobres da sociedade.

Seja na favela ou no meio rural. Segundo o sociólogo Paulo Cesar, no Nordeste do país onde há plantação da Cannabis  em alta escala, os trabalhadores rurais muitas vezes aderem o plantio por ser essa sua única alternativa. Sofrem repressão de ambos os lados. Da policia, por crer que eles estão diretamente ligados ao produto final e dos produtores, sofrendo sérias ameaças caso eles não aceitem trabalhar no cultivo da planta.

A palestra visava informar os alunos da atual situação das drogas no Brasil e os problemas que decorrem de sua proibiçã. Mostrar os prós e contras da legalização e abrir um espaço para os questionamentos e discussões sobre o assunto. “Faz parte da liberdade individual se fazer mal” respondeu a juíza. O problema é quando o excesso do individual atinge diretamente a terceiros.

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Anticareta! – Cobertura Colaborativa Calourada DCE UFJF

Uma festa de encerramento com o intuito de iniciar um novo ciclo, uma nova fase na vida de diversos estudantes! A praça cívica da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) será palco de várias atrações. Para os veteranos da UFJF não é novidade a diversidade cultural existente neste ambiente acadêmico, por isso a Calourada terá o apoio cultural e uma cobertura intensa do Coletivo Sem Paredes (rede colaborativa de trabalho no campo da cultura e da arte, que agrega produtores e agentes culturais de variadas inspirações).

Não é por acaso que o Anticareta faz esta união com o Coletivo Sem Paredes, pois a intenção de ambas as redes é de propagar a cultura, manifestando sempre a liberdade de expressão!

O Zona-Blue, querida banda de Juiz de Fora irá contagiar a noite com seu Pop-Rock, outro grupo com uma pegada Rock será o Visco, essa tem o objetivo de fazer a galera pular. A sensibilidade musical, aliada ao saudosismo decorrente da musicalidade, gerada a partir de instrumentos como discos de vinil, toca-discos clássicos (pickups) ficará por conta do Vinil é Arte.

Como de costume todos iremos fazer nossos determinados aquecimentos, seja ao redor da praça cívica ou seja em seus determinados Centros Acadêmicos, e com toda essa animação a atração principal não deixará a desejar, o palco da UFJF terá o prazer de receber a banda Cabruêra, os caras simplesmente foram aplaudidos em vários lugares do mundo com sua música, que varia do cancioneiro popular da Paraíba até a música eletrônica. A faixa “Forró Esfereográfico”, ressalta muito bem o que vai rolar no campus da universidade, na noite do dia 30/03 ao som dessas feras.

Esta será mais uma oportunidade de unir estudantes de todos as áreas, recebermos de braços abertos nossos convidados e mais do que isso levantarmos a bandeira do desenvolvimento cultural!

O DCE garante uma estrutura ampla. O Coletivo Sem Paredes garante um material rico em registros. O Anticareta garante o “massacre” a caretice!

O chão não irá apenas tremer, mas também deixar marcas positivas nos calouros! Confirme sua presença aqui, participe!

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A Crise Mundial – Movimentos sociais

Nessa terça-feira, o tema que ocupou a discussão dentro da Calourada DCE 2012 foi a Crise Mundial.

No meio de abordagens já vistas e da apresentação da já conhecida realidade global com ênfase nas caracterísitcas da crise na Europa, suas inflexões e percepções ao redor do mundo em conjunto com o papel americano dentro das relações desenvolvidas, o que destaca-se é o urgente comentário sobre o papel das mobilizações da sociedade organizada enquanto possibilidade de força de alteração da realidade objetiva.

A possibilidade da perda de direitos, a existência de pautas comuns e a contestação da realidade foi, entre os comentários, a principal motivação que tem incitado a ação de coletividades, de agrupamentos que procuram o desenvolvimento de ações alternativas para o mundo atual.

Entendendo o contexto brasileiro dentro dessa conjuntura que vem abalar o globo, fica notória a necessidade e a importância da organização e dos movimentos sociais que têm representado as principais lutas de nosso país. Disputas por cultura, pelo fim da homofobia, pela igualdade real, pelo fim de setores machistas e setores racistas, todas são pautas válidas que compõe o atual momento de movimentação e interação.

É claro que, para que seja efetiva as conquistas que são buscadas, é necessário que cada ação se entenda como atuante e potencial diálogo com todas as demais, uma vez que no fim, a demanda e a disputa é sempre pela mesma coisa: por uma melhor realidade.

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