Arquivo de abril \28\UTC 2011

Manolos Funk volta à Juiz de Fora com super Jam Session!

As cabeças estão de volta!!!

Depois de um grande show no Grito Rock Juiz de Fora, Manolos Funk está de volta!Desta vez a banda apresenta seu ultrafunk no palco do Café Muzik, no dia 05/5.

Pautados pelo conceito da reciclagem, o quarteto propõe uma nova maneira de se fazer  funk/black. O ultrafunk representa uma mistura de balanço, som pesado e pop. Ou seja, quanto mais híbrido e misturado, quanto mais elementos distantes ele conseguir reunir, mais o funk se torna ultra. Além do balanço contagiante do som da Manolos Funk, o que chama atenção também são as letras. As composições falam de amor, de vida, ao mesmo tempo que são bem humoradas e inteligentes.

Após do show da Manolos, o palco do Café Muzik recebe uma animada jam session com músicos locais convidados. Para participar entre em contato com o Coletivo Sem Paredes e a Dionisíaca, através do blog, twitter, ou facebook e diga que vem com a gente nessa deliciosa “bagunça”.

Mais em:

http://www.myspace.com/manolosfunk

http://manolosfunk.tnb.art.br

http://dionisiacavirginia.tnb.art.br

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Sem Paredes ao EXTREMO!!

Dando continuidade aos processos de integração e alinhamento às frentes de trabalho propostas pelo Circuito Fora do Eixo, o Coletivo Sem Paredes e a Dionisíaca Promoção Independente de Cultura iniciam suas atividades pelas vertentes EXTREMAS da música independente.

O Fora do Eixo ao Extremo nasce dentro do Circuito Fora do Eixo como uma frente de trabalho e tem como focos prinicipais:

1 – Dialogar com as cenas independentes já formadas consideradas extremas (punk, hardcore, metal, experimental extremo, etc.) e trocar tecnologias com as mesmas; Apresentar a forma de trabalho solidária e colaborativa que pauta oCircuito Fora do Eixo desde seu início e com esse contato promover o envolvimento, aprendizado e empoderamento dos sujeitos inseridos nas referidas cenas musicais.

2 – Combater a carência de visibilidade e oportunidades de apresentação para bandas extremas já inseridas no circuito, organizar e expandir a frente de trabalho, fortalecendo o público da música independente de forma geral, inserindo o público extremo na rede de trocas e trabalho do Circuito Fora do Eixo e da cadeia produtiva da música independente.

Em Juiz de Fora começamos nossas atividades através da parceria com oFestival JF Rock City, realizado desde 2007 na cidade. O Festival traz bandas de hard rock e seleciona em seu cast bandas locais e bandas convidadas. Este ano a quinta edição do evento será realizada no dia 14 de maio, no Point Grill Eventos.


Toda equipe do Coletivo Sem Paredes está muito orgulhosa desta parceria, que além de reconhecer e valorizar uma inciativa já desenvolvida na cidade, coloca à disposição do Festival todo o aparato de promoção e comunicação proporcionado pelo Circuito Fora do Eixo. Através dela queremos colaborar para o fortalecimento da marca do Festival e para a crescente expansão e qualificação de cada edição e das bandas envolvidas.

Pra curtir a página do evento no facebook acesse: http://www.facebook.com/event.php?eid=195189637159891

E para saber mais sobre o Fora do Eixo ao EXTREMO viste o blog:http://foradoeixoaoextremo.wordpress.com

 

 

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Música FdE se mantém invicta na circulação da cultura independente

Frente de atuação mais antiga do Fora do Eixo ainda é a maior circuladora de artistas do Brasil

A Música Fora do Eixo entra o ano de 2011 com números bem pulsantes. A principal frente de circulação da rede fez um levantamento de dados com vários coletivos que mostram o tamanho dessa força. Só para se ter uma ideia, ela é responsável por fazer circular mais de 5 mil artistas e grupos por ano pelo Brasil e América Latina, além de produtores e comunicadores.
Canastra (RJ) no Festival Fora do Eixo RJ 2010
O levantamento sobre Música FdE foi realizado entre os meses de fevereiro e março desse ano e contou com a colaboração de 35 coletivos, que expuseram, dentre outras coisas, uma amostragem dos números que envolvem as Noites Fora do Eixo produzidas, festivais realizados, quantidade de bandas que receberam em suas cidades, a relação com a plataforma Toque no Brasil e o envolvimento em projetos do Fora do Eixo como Compacto.Rec, Catálogo e Banquinha.
Hoje, conforme aponta a amostragem, quase 90% dos coletivos ouvidos realizam festivais, sendo que muitos deles, produzem mais de um durante o ano. Destes, cerca de 35% dos  festivais produzidos já realizaram mais de 3 edições, e outros pouco mais de 54% possuem entre uma e três edições. Já as Noites Fora do Eixo marcam presença na agenda de 88% dos 35 coletivos, e desses mesmos 35, 97% são compradores de shows. A relação de troca com o Toque no Brasil também traz um bom número, são 97% da rede que utiliza essa plataforma para selecionar bandas e fazer trocas com agentes culturais.
E por falar em banda, cerca de 25% dos coletivos recebem, por mês, mais de 3 grupos de fora da cidade, o que evidência o fortalecimento da circulação de artistas dentro da rede.
Para Marielle Ramires, gestora da Música FdE, a amostragem representa bem o momento que o setor vive no Fora do Eixo do ponto de vista econômico. “Os coletivos estão ampliando as capacidades de produção em todo o Brasil, e estão se tornando empreendimentos ecônomicos com potenciais amplos de geração de sustentabilidade para toda a cadeia da música independente. E estamos falando aqui apenas de um processo de consolidação que está no começo”.
Loungetude  46 no Grito Rock São Carlos 2011
Para 2011, o Fora do Eixo quer intensificar ainda mais esses números. Para isso, lança o programa para a Música do Fora do Eixo, que apresenta metas, objetivos, planos de ações dos núcleos que fazem parte dessa frente, modo de organização e as cidades que irão receber maior investimento da Música FdE. Com isso, a proposta é aumentar a captação de recursos, através a compra e venda de shows, promover lançamentos e distribuição / comercialização de produtos (Distro) e a circulação de artistas através de turnês (Noites FdE).
O Relatório é uma realização do Circuito Fora do Eixo, através de uma parceria entre os setores da Música e a Universidade FdE.


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Como foi o Grito Rock Juiz de Fora?

Muita música boa, muita gente animada, amigos, parceiros, artes visuais, poesia, discussão dos rumos da cultura em nossa cidade e no Brasil. O Grito Rock Juiz de Fora teve tudo isso e muito mais!

Nos dias 25,26 e 27 de março de 2011 pudemos gritar pela arte independente. Em três dias de Festival e com as apresentações de 16 bandas reunimos 2000 pessoas no Cultural. Tivemos também a apresentação do Grupo Local ECO – Performances Poéticas e a distribuição gratuita do Zine OrFEL – uma produção do Fora do Eixo Letras.

Além da programação dedicada à literatura, tivemos também a presença forte das artes visuais através da Expo Virtual Grito Rock e a exposição dos trabalhos dos artistas João Paulo de Oliveira e Paulo Sérgio Talarico.

A banquinha Fora do Eixo também estava recheada de opções variadas de produtos do cenário independente brasileiro. Eram livros, cds, dvds e camisetas de várias bandas e artistas.

É preciso lembrar também a presença de vários integrantes de coletivos de Minas Gerais, como os queridos do Coletivo 77 de Barbacena, do Coletivo Pegada de Belo Horizonte, do Coletivo Semifusa de Ribeirão das Neves e os meninos do Coletivo Vatos de Vespasiano.

Para fechar com chave de ouro, na apresentação do Partido da Cultura, conseguimos definir alguns encaminhamentos importantes a respeito das políticas Culturais no Município e na região, num diálogo muito produtivo entre o Coletivo Sem Paredes, o Fórum da Música de Juiz de Fora, o Coletivo Epinefrina e o Coletivo 77 de Barbacena. Além disso, tivemos a indicação do nome de Gian Martins para ocupar a vaga no Conselho de Audiovisual de JF, feita por Fred Fonseca, Conselheiro Municipal para música. E por falar em audiovisual, nosso Grito.DOC abordou o tema “o que é rock ?” e logo logo poderemos conferir o resultado com depoimentos de vários colaboradores, artistas e público.

Entre conversas, shows, e sobretudo uma overdose de arte, tivemos ainda os momentos muito especiais proporcionados pela “Hospedagem Solidária”. O único incoveniente é a saudade que sentimos depois dessas pessoas tão queridas e que dividiram tantas alegrias conosco.

almoço no Galdino, o Rei do Mexidão, com a Banda Monograma de BH.

Mas mesmo com o peito cheio de saudades, estamos incrivelmente felizes pelo sucesso conquistado com a primeira edição do Grito Rock Juiz de Fora.

Ano que vem tem mais minha gente! E viva a inteligência Coletiva!!

Para conferir a cobertura fotográfica completa viste o site do Cultural Bar na sessão fotos ou o flickr do Coletivo Sem Paredes http://www.flickr.com/photos/coletivosemparedes/sets/72157626278797629/

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