SEDA Rio

Em 30/10/2011 – Por Leonardo Lina (Léo)

Oxi… E num é que já está acabando… Dá até um aperto no peito, mas o que é bom dura pouco só porque tem propensão a se repetir!

É nesse clima que passou-se o dia ontem na Cidadela, regado por uma confraternização da galera do FdE que está colaborando com a #SedaRio. Foi um sábado bem com cara de domingo e teve no seu desenvolvimento bons drinks e praia a noite, com direito a ser hipnotizado pelo mar que tinha um tempo que não encarava.

Depois de um rolé em Ipanema, de deixar nossas pegadas na areia da cidade maravilhosa, visitamos uma festa só pra encaminhar a noite pro seu desfecho mais que necessário, uma conversa que poderia durar mais do que horas, que poderia ser infinita e da qual eu não me importaria de participar.

É verdade quando dizem que a maior parte da complexidade do mundo faz parte integrante da essência do indivíduo que a aplica, ou seja, que não passa de mera invenção do nosso sistema de realidade, que não é nada além de criação da mente. Em poucas palavras: o mundo é simples, você quem o complica.

Interação de cultura, arte, política, economia: compreensão olística de um sistema social, da maneira de interagir e direcionar esforços; é, isso mais é que um movimento simples, é um circuito baseado na premissa única da coletividade, com a qual eu sou mais que obrigado a concordar.

É lógico que surgem e pipocam um sem número de perguntas, mas na verdade “É tudo muito simples, você só tem que entender que não tem nada que seja seu, que pertence ao coletivo; é só isso”, citando uma das falas da noite.

Tem mundos que pra serem revistos dependem apenas de um cigarro e nada mais, e é por isso que viver é interessante.

Antes que eu filosofe ou crie um sistema pra tentar explicar essa experiência bem mais que pessoal, até mais que íntima; eu termino lembrando e citando alguns dos meus pensamentos ao fitar o mar: “Cada elemento participa de forma interativa na determinação de um resultado, de maneira que a própria concepção do elemento de si é a transformação do resultado, o que determina que o ser coletivo é mais e melhor quando entendido coletivo; e que existe mais do que de forma prática quando é vivido”.

Conversas infinitas, eu quero. Obrigado a quem falou, obrigado a quem ficou. Já houve despedidas no dia de hoje, mas eu espero que a gente se veja de novo.

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Em 30/10/11 – Por Carolina Bisaggio (Nininha)

Impressionante como que em 5 dias minha cabeça mudou. Meus trejeitos, meus pensamentos, minhas falas. Uma revolução audiovisual pra quem chegou no RJ falando: “Não me posiciono pra ajudar no CineClube de JF porque não entendo nada de cinema.”

Passei 4 anos dentro de uma Faculdade tendo aulas de TV e afins. Sempre tive medo das câmeras e nunca me interessei em colocar a mão em um programa de edição de vídeo. E aqui na SedaRJ várias vezes já passou pela minha cabeça: “aí se eu tivesse uma camerazinha agora, iria fazer um vídeo assim, assim e assado!”. E vou fazer! Quero aprender a montar esse quebra cabeça de som e imagens!
Acho que existem muitas pessoas que assim como eu, não se interessam pelas materias da Facul porque são apresentadas a elas de forma errada. Um modelo de educação antigo e desinteressante, que afasta os alunos da sala de aula e não mostra a real do que que é aquilo que está sendo estudado e para que que vai servir tanto blá blá blá.

Isso me lembrou uma música do Gabriel Pensador (antigaça):

Enfim, voltando aos aspectos físicos e da fala. Agora passo mais as mãos no cabelo enquanto penso e no meu vocabulário estão mais constantes palavras como: Massa! Saka? Sussa! Subir e Rolê!  Voltarei pra JF transformada! 5 dias inovadores que nenhuma escola particular foi capaz de me mostrar. Cara, meu cérebro ferve! Nunca aprendi tanto em toda minha vida. Lições não só sobre filmes, mas sobre o circuito Fora do Eixo de forma geral.

Obrigada a todos vocês – Carou, Yasmim, Paulo, André, JosisLover, Bib’s, Léo, Vivi, Fred… (desculpa se esqueci de alguém) –  que sempre de forma muito paciente e fácil dividem sempre tudo que sabem! Pra mim, é muito gratificante conhecer e estar com vocês!

E porra, cambada! Bora agitar esse CineClub de JF aê pow!
Tamo junto no rolê do baldinho pipoca!

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Em 29/10/11 – Por Carolina Bisaggio (Nininha)

Ontem a gente saiu do hotel e partiu pra hospedagem na Cidadela. Inauguramos a hospedagem solidária em grande estilo. E diga-se de passagem, que casa F-O-D-A. Mô astral! Fizemos um corre no super mercado e o rango não perdeu em nada pro do hotel.

No Buzão, indo pra Cidadela.

Saimos das compras e fomos direto pro Observatório Fora do Eixo que foi no STIC (Sindicato dos Técnicos da Indústria Cinematográfica). O papo, contou com autoridades, municipais, estaduais e federais. E foi muito produtiva a discussão sobre a política pública audiovisual. Como ainda não saco muito do assunto, o André Sandino aqui da Casa Cidadela é quem vai fazer esse post com mais propriedade e conteúdo.
Ao sair do debate, demos uma nova passada no #OcupaRio com direito a churrasquinho de gato na Cinelândia. Tava geral: André, JosisLove, Bibis, Léo, Paulo e Carou. Forrado o estômago, fomos pra Lapa praticar a distensão #SedaRJ. De bar em bar, acabamos parando no bar Plano B. Um bar muito louco, com um visual diferente e uma galera intrigante.

Galera na frente do Plano B, antes da exibição do filme.

Lá no bar rolou uma exibição audiovisual (que não tem nada a ver com o SEDA) de um cara ativista, protestando a cultura carnívora. Foi muito louco! O vídeo continha cenas muito fortes de animas sendo massacrados para atender nossos desejos supérfluos/necessidades e um áudio ensudercedor, gritante. Que seja pelo áudio ou pelas imagens, o cara incomodou. Muito! Eu não assisti a exibição inteira porque meu ouvido não suportou o som. Já a Yasmim Carabina (o codinome depois a gente explica), saiu do ambiente por não aguentar mais as imagens. Boto fé no cara que fez a exibição! Acho sim que você tem que divulgar suas idéias e fazer a galera pensar. Talvez alguém se identifique. Eu continuo achando que comer carne é algo involuntário e essencial pro desenvolvimento da espécie, e diga-se de passagem, o churrascão aqui na casa tá maneiro pra caramba. Enfim, depois de muito debater o filme vegan (que foi pauta também no café da manhã) a gente foi passar embaixo dos arcos da Lapa e lá tava rolando aquele samba… Samba, cerveja… Eu estava em casa! Subimos mais algumas ruas e paramos na escadaria da Lapa. Que lugar! Sempre que vou lá me identifico. Voltamos pra Cidadela e a Carou mandou ver na pizza! Absolutamente necessária pra galera da ressaca!
E é isso… A SedaRJ acaba amanhã e eu  tô aprendendo tanto, me envolvendo tanto, que não quero pensar nisso agora!

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Em 29/10/11 – Por Leonardo Lina (Léo)

! Chegamos vivos, depois de tantos corres, até o quinto dia de #SedaRio! Ontem foi especialmente rápido e intenso porque mudamos o local no qual estávamos ficando, como disse antes, saímos do Hotel Imperial e nos instalamos na Cidadela, no Cosme Velhor aqui no Rio.

Chegamos, deixamos nossas coisas e descemos pra almoçar e fazer compras. Mommis comprou tudinho que precisávamos:

Logo depois fomos participar da discussão que houve no Sindicato do Audiovisual sobre a produção e criação de modelos de produção, a qual contou com a presença de vários representantes do setor público.

Assim que saímos de lá, caímos na rua e visitamos novamente o #OcupaRio, pra depois dar uma volta na Lapa e pegar um pouco da noite da cidade do Cristo Redentor. Lá, depois de umas voltas, a gente se parou pra curtir um pouco o clima do escadão, uma área muito bonita completamente azulejada com elementos provindos de várias partes do mundo.

Depois de lá, viemos pros nossos novos aposentos e começamos a organizar uma noite com pizza, na qual a mestre cuca Carou Gadú mandou ver pra galera! Conversamos um bocado, rimos e nos conhecemos mais.

Agora já é sábado, estamos na Cidadela se preparando pra um almoço bem massa com a galera e logo mais tem Mate com Angu. Tenho que admitir que estou um pouco cansado e que os últimos dias têm sido bem corridos, mas bom do jeito que está, acho que aguentava pelo menos mais umas duas semanas! Logo mais teremos mais vídeos relatos da #SedaRio! Valeu!

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Em 28/10/11  – Por Leonardo Lina (Léo)

Ontem o dia foi particularmente bom! Ficamos na UFRJ acompanhando o Seminário de Economia Solidária e participando ou assistindo oficinas que foram ministradas por especialistas e por parceiros do Fora do Eixo.

 Apesar de não ter participado, eu acompanhei de perto a oficina apresentada por Yure Romão, um estudante do curso de Letras da UFRJ que está envolvido com um tipo específico de poesia: o Slam.

Esse tipo poético é uma mistura de poesia e o ritmado musical, sendo algumas vezes acompanhada por instrumentos como violão, cavaquinho, pandeiro, entre outros. A vertente que mais influenciou o oficineiro foi o Slam francês, país no qual Yure entrou em contato com esse elemento.

O pessoal que participou da oficina já saiu de lá com poesias de autoria própria e apresentaram entre si. As performances foram gravadas por mim, por isso está bem amador, mas é legal acompanhar a forma como o Slam se dá, me impressionou bastante e me fez fã.

Logo depois dessa oficina, fui para o saguão onde está acontecendo uma feira de economia solidária e onde foi montado um palco para apresentações culturais.

Chegando lá, me deparei com poetas convocados pelo pessoal do Poeme-se, futuro ponto de articulação do Fora do Eixo, e acompanhei apresentações de todas as formas, inclusive de espectadores, com a declamação de “pílulas poéticas”, poesias enviadas pelo twitter (para participar envie sua pílula poética para @poemese).

Gleydson e Gabriela, componentes do Poeme-se, também se apresentaram, saca só o vídeo:

Depois dessa tarde cultural incrível, regada a poesia, saímos do Seminário e fomos para o hotel, onde ficamos apesar do desejo imenso de ir pra Lapa.

Hoje pela manhã o meu dia acordou mega feliz, durante o segundo dia da #SedaRio eu tinha perdido meu celular por ter deixado ele ao meu lado enquanto sentava por aí. Achei que tinha rodado, mas acabou que encontraram e vão me devolver. O massa é que encontrei mais coisas que achei que tinha perdido e agora tudo tá mais que 100%.

Aguarda-nos agora a tarde uma mudança de locação, saindo do Hotel Imperial e indo pra Cidadela, um dos pontos Fora do Eixo que existe aqui no Rio. De lá vamos almoçar e voltar pro Centro, onde vai acontecer, no sindicato do pessoal do cinema, uma mesa sobre a cadeia produtiva/criativa e os modelos de inovação audiovisual.

A Semana de Audiovisual do Rio está massa demais!

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Em 27/10/11 – Por Carolina Bisaggio (Nininha)

Fim de noite! Depois de um dia pra lá de casativo… A real é que hoje as programações foram mais light, mas eu tava como? Tipo zumbi! Mas do nada, de tarde meu cansaço vazou  e não parei mais desde então.

As programações ocorreram todas na UFRJ. Hoje foi dia de Oficinas no #soltec. Como já disse mais cedo, eu acompanhei como ouvinte a oficina que tinha como tema:  “Fábricas recuperadas pelos Trabalhadores na América Latina”. Mesa cheia! A gente foi embora do campus e a galera ainda continuou lá debatendo o assunto.

 Galera participando da oficina

Na verdade, eu acabei participando da Oficina da Galera do Poeme-se. Microfone aberto! Peguei minha pílula de poesia e fui ler o que o papelzinho tinha pra mim! Léo gravou meu momento superenvergonhada!

Nunca na minha vida que eu iria subir em um palco por livre e espontânea vontade. Mas aconteceu! O circuito me deixa assim, meio Sem Parades, meio Fora do Eixo! 🙂

Outra coisa que tá rolando também é que tô perdendo meu medo de fotografar. Aos poucos vou pegando umas dicas com o Léo e já consigo (de maneira amadora, claro) tirar umas fotos e manusear melhor a câmera.

A projeção no #OcupaRio acabou não rolando. Uma pena! Aproveitamos  para  ir pro hotel e descansar um pouco mais. Galera tava morta! Acabamos também abortando a missão cervejinha na Lapa.

[Já na manhã de 28 de Outubro]

Então, hoje 12:00 acaba a vida de patrão. Vamos sair do hotel, deixar para tras esse chuveiro de motel, esses ovinhos mexidos e os brioches do café da manhã. Nem ligo! A gente vai partir pra Cidadela, onde vai rolar a hospedagem solidária. Tô doida pra conhecer lá!

Hoje na programação temos observatório Fora do Eixo! Aí a gente volta depois e conta como foi!

Tenham todos um bom dia! 😀

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Em 27/10/11 – Por Leonardo Lina (Léo)

Anteontem começou o meu primeiro rolê pelo Fora do Eixo; primeiro, espero eu, de muitos!

Depois de uma viagem mínima de três horas de ônibus – que contou com momentos exóticos, por exemplo, com uma mulher fazendo a barba e o bigode ao meu lado – eu e Nininha chegamos à Cidade Maravilhosa, que com o perdão da palavra, tem gente bonita pra caralho! Chegamos pra participar da SEDA Rio – Semana do Audiovisual do Rio de Janeiro.

A primeira pessoa que conhecemos foi a Bib’s, uma baixinha pra lá de engraçada (como diria o narrador da Sessão da Tarde) que tem nos levado pra altas aventuras na cidade!

Saímos da rodoviária, fomos direto para o hotel cuidar dos aspectos burocráticos. Tudo terminado, foi hora de dar um rolé pelo centro do Rio e conhecer um bocado do que há pra se fazer nessa cidade. O caminho foi um só: direto pra Lapa. Em plena terça-feira, por volta das 17 horas da tarde, estávamos nós, sob o sol lindo do Rio, a andar entre os arcos da Lapa (que promete muito em eventos futuros que logo serão comentados).

Da Lapa fomos pra Cinelândia e acompanhamos um pouco do movimento que está acontecendo no mundo inteiro e que teve seu gatilho nos EUA: “Occupy Wall Street”. Fizemos umas fotos, vimos as principais críticas à atual sociedade pregadas em um muros e mais muros como representação dos desejos dos protestantes e tivemos a possibilidade de sermos questionados:

Logo depois disso, fomos buscar a Carou Araujo – colaboradora do FdE em BH –  no aeroporto e, pela primeira vez, eu tive a oportunidade de caminhar em um daqueles chãos intermináveis de mármore branco que o cobrem por completo; faltou só foto!

Voltando pro hotel, saímos e curtimos o tempo no nosso QG oficial, o Bartman, agora na companhia de Paulo Winz, mais um integrante da rede do Fora do Eixo, sendo que esse vive em Fortaleza.

Quebrando um pouco o primeiro dia, ontem já foi tudo um pouco mais intenso: passamos o dia no Seminário de Economia Solidária do Rio de Janeiro e aproveitamos pra produzir algumas fotos e vídeos.

A noite foi a parte mais impactante quando o Canastra subiu ao palco e, com seu ritmado forte feito na base de um contra-baixo acústico e a melodia vibrando através de instrumentos de sopro, levou o pessoal a se mexer e encontrar seu par pra dançar a la anos 70 e curtir músicas autorais.

Rolou ainda um bate-papo ponto 8  da orla: vista pro mar, brisa e um momento de descontração e descanso. E pensar que ainda tem muito mais pra rolar: que venha mais SEDA! Como diria a Bib’s, “Seda Cedo”, porque a gente começa às 09 horas.

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Por Carolina Bisaggio (Nininha)

Salve, salve, companheiros!
Estamos no segundo dia do festival #SedaRJ. Na manhã de hoje ficamos na UFRJ assistindo mais uma mesa sobre economia solidária. Galera ficou num corre louco aqui pra conseguir fazer a transmissão ao vivo.
Bom, aqui tá muito maneiro. Já rolou muita coisa desde o primeiro dia. Vou tentar resumir tudo até aqui pra depois disso fazer as atualizações mais constantes.
Como eu e Léo fomos os primeiros forasteiros a chegar no RJ, a Bib’s deu um rolé com a gente pela Lapa e pelo #OcupaRio. Léo tirou umas fotos muito massa lá e eu também arrisquei algumas. Só que as fotos estão todas no PC do Léo. Hoje a noite vai rolar projeção de curtas num monumento lá na ocupação. Olha que massa!
Ontem o dia foi corrido. Enquanto eu, Bib’s, Josilover, Paulo e Vivi fomos pra uma escola lá perto do Realengo, o restante da moçada foi pra UFJR. na escola rolou uma rápida oficina sobre audiovisual. A galera lá tem uma câmera e muito material já gravado, mas não sabem o que fazer com ele. Como as aulas encerram no final de novembro, o objetivo da diretora é fazer uma edição do material que eles tem e exibir um filme na festa de encerramento do ano escolar. Josi, Bib’s e Vivi vão ajudar a escola nesse processo. Ontem serviu pra galerinha ter o primeiro contato com o audiovisual e eles se amarrarm, literalmente:

Depois da filmagem da galerinha, a gente já rumo a UFRJ, quando o tanque de gasol do carro furou. Foi uma verdadeira aventura. A gente parado no meio da Av Brasil esperando reboque… Tumultuando o trânsito todo. Foi massa! Olhao momento regristrado aê:

Conseguimos chegar na UFRJ. Onde rolou a mesa do Festival de Economia Solidária. Pós debate, rolou um forrozinho pé de serra pra galera! Bom demais!

Chegamos no hotel, foi só o tempo de tomar banho e já partir pro Studio RJ em Ipanema. Tava tendo show do Canastra. Bom demais fechar a noite ao som de um Skazinho, num lugar foda e com uma galera foda.

Agora , já depois do almoço, continuamos aqui na UFRJ, tá rolando várias oficinas. Eu tô na de “Fábricas recuperadas pelos Trabalhadores na América Latina”. A oficina tá cheia! Vários estudantes de toda parte do Brasil e uma galera da gringa também. Parece que vai ser maneiro! Vamos fazer a transmissão!

Tá tudo rolando muito bem. Tudo muito bom. Tô com muito sono nesse exato momento. Se eu piscar, durmo pra sempre! hahaha Mas todo esforço é compensador!

Ps – Tá meio foda de conseguir fotos. Faço o possível pro próximo post ter mais imagens!

Um beijo – Nininha

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Neste espaço, Leonardo Lina e Carolina Bisaggio escreverão diariamente sobre  suas experiências  na Semana do Audiovisual que está acontecendo do dia 26 ao dia 30 de outubro no Rio de Janeiro.

  1. #1 por Emeline em 27/10/2011 - 16:45

    isso aiii!! parabens, dupla!!! mto legal a experiencia de vcs!!! se joguem!! =D

  1. Semana do Audiovisual do Rio de Janeiro « coletivosemparedes

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