Arquivo de maio \31\UTC 2012

SEDA – Semana do Audiovisual

Com mais de 50 edições no país, a Seda começou no mês de maio e vai até agosto. A SEDA é a Semana do Audiovisual é um festival de cinema integrado em rede que tem como objetivo criar plataformas de circulação entre as dezenas de edições.

Site oficial: http://seda.foradoeixo.org.br/wp/

A programação envolve Oficinas, Mesas de Debate, Sessões de Cinema, Performances e outras manifestações artísticas com o princípio de formar novos pensamentos e de conectar agentes locais  para criar e fortalecer as estruturas da produção audiovisual. A SEDA é organizada pelo Clube de Cinema, frente audiovisual do Fora do Eixo, que pensa a estruturação das cenas locais, criando vias de escoamento da produção emergente, abrindo rotas para circulação dos agentes que buscam fortalecer um novo mercado cultural.

A SEDA começou em  Taquaritinga – São Paulo, , passou por São Carlos, chegou a Minas em Poços de Caldas, Ouro Preto… e contando…


Em Juiz de Fora ela também vem com força total! De 11 a 18 de junho, a Seda contará com convidados para debater possibilidades culturais para o audiovisual, oficinas para formação de agentes, mostras de filmes e muita, muita discussão sobre cinema, audiovisual,distribuição, cultura, políticas publicas e mais!

Shows, performancês cênicas, lançamento de revista, banquinha de cds, livros e filmes! Muitos filmes!

Acompanhe a programação por aqui http://sedajf.wordpress.com/


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Quinteto São do Mato e Darandinos

O Quinteto São do Mato está completando 5 anos no dia 6 de junho e para garantir a festa, acontecerá no Estação Cultural um concerto junto com a banda Darandinos. Os dois juntos vão embalar uma noite com uma músicalidade única. Não deixará ninguém dentro de casa na véspera do Feriado.

O quinteto é a junção da cultura brasileira com a turca, compositor e violonista Chadas Ustuntas é natural da Turquia e trouxe consigo a musicalidade de seu país, aliada com a sensibilidade de Nara e Maíra, o ritmo de Márcio Guelber e multiface de Henrique Nogueira. Eles desenvolvem o trabalho autoral em Juiz de Fora e já realizaram diversos trabalhos, dentre eles destaca-se o ImaginaSom e o clipe da música conselheiro(Batatinha) gravado com a cantora Nêga Lucas.

Darandinos, composta por Anna Claúdia (voz), Lucas Soares (violão, voz e direção musical), Anderson Fofão (percussão e flauta transversa), Rafael Castro (piano, escaleta e acordeom) e Rafael Leite (percussão). O nome Darandinos, é inspirado no conto Darandina de João Guimarães Rosa, “conto ou som que arrebata”. O som é resultado de pesquisa de ritmos tipicamente brasileiros com toques mineiros permeados pela sofisticação de harmonias e improvisações.

Para adicionar o nome na lista amiga basta comentar o nome no mural do Evento no Facebook.

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Violeta foi para o céu, é o filme do Cineclube dessa quinta!

“Escreva como você gosta, use os ritmos que aparecerem, tente diferentes instrumentos, sente-se ao piano, destrua o que é linear, grite ao invés de cantar, arrase na guitarra e toque a buzina. Odeie matemática e ame redemoinhos. Criação é um pássaro sem um plano de vôo, que nunca irá voar em uma linha reta.” Violeta Parra.

“Violeta foi para o Céu”, conta a história da compositora, cantora e folclorista chilena Violeta Parra, da infância humilde ao reconhecimento internacional, passando pela intensidade de suas contradições internas, falhas e paixões.

Baseado no romance homônimo de autoria de Ángel Parra, filho de Violeta, o filme de Andrés Wood faz um retrato da famosa cantora e folclorista chilena Violeta Parra, preenchido com seu trabalho musical, suas memórias, seus amores e esperanças. O filme é uma co-produção entre a produtora brasileira BossaNovaFilms, a chilena Wood Producciones e a argentina Maiz Producciones, e a distribuição é da Imovision.

Diretor de um dos filmes mais populares e aclamados do cinema chileno, “Machuca” (2004), Andrés Wood volta ao Brasil com seu novo longametragem,  “Violeta foi para o Céu”, após participar do Goya e ser premiado em Sundance (Grande Prêmio do Júri Internacional do Cinema Mundial Dramático); Toulouse (Prêmio do público); Guadalajara (melhor atriz e Fipresci); Miami (Grande Júri), além de ser o indicado do Chile para concorrer à vaga do Oscar deste ano.

“Violeta foi para o céu”, é baseado no romance homônimo de Ángel Parra (filho de Violeta Parra), e protagonizado pela atriz chilena Francisca Gavilán (“Ulysses”, 2010). O filme estreou no país no dia 07 de junho com a presença de Andrés que prestigia o Cine Ceará (de 01 a 03/06). Em seguida, Andrés encontra Francisca para juntos, participarem das pré-estreias de São Paulo (04/6) e do Rio de Janeiro (05/6). O longa abre a Mostra Competitiva do 22° Cine Ceará, no dia 1º de junho. Concorreram ao troféu Mucuripe, 12 curtas-metragens brasileiros e nove longas latino-americanos, sendo o Brasil com três títulos e Chile, Espanha, México, Guatemala, Argentina e Equador com um cada. O Cine Ceará acontece de 1 a 8 de junho, em Fortaleza, sob a temática: “Lutas Sociais na América Latina”.

Violeta Parra foi uma cantora popular e ícone da cultura do Chile. Suas canções, como “Gracias a la Vida” e “Volver a los Diecisiete”, foram gravadas por músicos de várias nacionalidades. Cantora, autora, colecionadora, poetisa, pintora, escultora, bordadeira e ceramista, Violeta foi uma artista multifacetada, ícone da cultura pop latina, tesoureira e guardiã das mais profundas tradições chilenas, além de ser uma mulher de contradições intensas.

Com mais de três mil músicas e outros trabalhos inspiradores, Parra resgatou a cultura tradicional esquecida, viajou pelo Chile, de norte a sul, para conhecer a voz do seu país, exaltar e salvá-la de estereótipos. Violeta reinventou a música, criando obras-primas e lançando-as pelo país e pelo mundo. “Criar a partir do que existe”, era seu lema.

Em 1964, o Louvre abriu suas portas pela primeira vez para um artista latino-americano, e Violeta foi a primeira mulher a expor seu trabalho no museu. Em 1965, ela voltou para o Chile e construiu uma grande tenda em La Reina, com o objetivo de torná-la o centro da cultura popular. Durante muito tempo, Violeta trabalhou para levar sua mensagem aos chilenos, uma mensagem de sensibilidade universal que, hoje, eleva-a à categoria de artista com raízes na tradição popular com mais fama internacional. No amor, quando Gilbert Favre, sua grande paixão a deixou, a tristeza tomou conta de seu coração e de sua vida.

Ficou curioso para saber mais sobre a vida e obra de Violeta Parra? Então venha ver o documentário as 19 hs no Anfiteatro João Carriço! Veja mais na pagina do filme e na pagina do evento no facebook!

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Funky e Soul em Juiz de Fora: Noite FdE!

No último sábado, dia 26 de maio, a casa de show Bar da Fábrica foi ocupada mais uma vez com o projeto Noite Fora do Eixo. Unindo uma banda local e uma de fora da cidade, o projeto trouxe a black music do cenário independente, com grandes canções autorais!

Silva Soul e Cromossomo Africano, atrações da Noite FdE JF. 

O clima da noite de encontros, conversas e muita dança. Ao som de Silva Soul, primeira banda a se apresentar na noite, o público não ficou parado e foi logo colocando todos os passinhos já ensaiados para fora da manga. Nada define melhor essa apresentação que não as imagens:

Na hora do show do Cromossomo Africano, a pista já estava mais do que quente e, ao som da música belohorizontina, quem ainda tinha resistido se entregou ao suingue black.

É importantíssimo não esquecer da discotecagem Discontrole, que embalou a galera na entrada, no intervalo e também no pós-show com clássicos do soul, funky e tudo que há de melhor para a pista de dança.

Fica o agradecimento do Coletivo Sem Paredes às bandas que fizeram mais uma Noite Fora do Eixo de Juiz de Fora com um clima de sorrisos e muita felicidade. Que as parcerias se fortalecem e que mais momentos da música independente possam surgir e fazer parte da realidade juizforana.

Veja mais imagens no Flickr do Sem Paredes.

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Noite Fora do Eixo – Silva Soul e Cromossomo Africano

Neste sábado,o Bar da Fábrica será mais uma vez tomado pela Noite Fora do Eixo – desta vez, regada a muito soul, funky e suingue!

A banda local Silva Soul,  que já firmou seu lugar na cena musical juizforana, vem com todo seu black brazuca pra agitar a galera, fazendo todo mundo dançar.

Completando 8 anos de carreira, a banda composta por Beto Grizendi, Marcelo Castro, Ângelo Goulart, Fábio Ramiro e Anderson Guimarães já levou seu tradicional baile aos principais redutos da soul music carioca e tocou ao lado de grandes nomes do estilo.

Avisa lá, que o Silva tá chegando:

Vinda direto de Belo Horizonte pra compor este sábado fora do eixo, a Cromossomo Africano tem 8 integrantes em sua formação e está em processo de gravação do seu primeiro álbum.

 

O nome da banda representa sua inspiração e sua influência, que abrange desde a mais primitiva percussão, ritmos tribais, rodas de candomblé, a potência dos tambores de rituais, festas e todas as manifestações culturais afro-brasileiras, até o blues, o jazz, o soul, os afro-beats contemporâneos, o hip-hop, o reggae, drum and bass e samba.Tudo, enfim,que lembre nossos cromossomos, nosso DNA e toda a cultura mundial afro-descendente. Confira um pouco do som com a formação antiga e se prepare para mais nessa noite, com a banda completa:

Além disso tudo, a partir da abertura da casa, às 22h, e no intervalo da apresentação das bandas, o DJ Set Discontrole vai marcar presença e garantir que a pista não esfrie.

Impossível ficar fora dessa noite!

Então, não dê bobeira, meu brother, e confirme logo sua participação no evento!

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Cineclube Bordel Sem Paredes – Apresenta: Mostra do Filme Livre

O Cineclube Bordel Sem Paredes pela segunda vez realizará a itinerância da Mostra do Filme Livre. Trazendo para Juiz de Fora esse projeto que abre espaço para a produção audiovisual independente e exibe obras feitas em todos os suportes, formatos e gêneros, inéditos ou não, das mais variadas épocas.

Esse ano uma seleção de curta metragens irá compor a programação do Corredor Cultural, projeto da Funalfa em comemoração ao aniversário da cidade, que promove 48 horas initerruptas de cultura, e que a cada ano trás uma programação mais diversificada e intensa.

Esse ano uma Carta de Curtas da Mostra de Filme Livre foram selecionados dentre 181 filmes para compor a programação de 3 cidades, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília será exibida às 19:00 no CineArtePalace, a entrada é franca com a distribuição de senhas com uma hora de antecedência da sessão.

A mostra de Curtas conta com os filmes: A felicidade dos peixes, Cashman, CELLPHONE, Eva na Primavera, Iaia et Leni, Ovos de Dinossauro na Sala de Estar e Magnífica Desolação.

Saiba mais sobre cada produção que será apresentada aqui: Mostra de Filmes Livre.

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Seleção da Mostra de Filmes Livre

A felicidade dos peixes – 24min X

O mar seria imenso para nós dois, mas neste aquário não te cabe, querida.

Direção: Arthur Fernandes Andrade Lins
Produção Executiva: Arthur Lins
Direção de Produção: Ana Bárbara RamosVivian Maitê
Roteiro: Arthur Lins
Fotografia: Bruno de Sales
Câmera: Bruno de Sales
Arte: Shiko e Gigabrow
Som: Guga S. Rocha
Edição: Arthur Lins e Sarayna Martins
Elenco: Humberto Lopes e Liuba de Medeiros

Cashman – 10min

“…Um dia despertou e o mundo girava como uma caça-níqueis.”

Direção: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Produção Executiva: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Direção de Produção: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Roteiro: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Fotografia: Tiago Vianna
Câmera: Tiago Vianna
Arte: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Edição: Tiago Vianna
Elenco: Gustavo Berocan


CELLPHONE – 15min

Celulares aos milhares, aos milhões. Aparelhos, linhas, operadoras, números, usuários. Nem a cidade nem o homem são capazes de viver sem suas próteses comunicacionais. Cellphone é uma intervenção no universo das ondas telefônicas invisíveis. Adentrando essas frequências, aproveitando sua vulnerabilidade, criamos outros sentidos, outras narrativas, um lugar ficcional, performático, inserido na comunicação cotidiana.

Direção: Daniel Lisboa
Produção Executiva: MAURICIO FONTOURA
Direção de Produção: DANIEL LISBOA
Roteiro: DANIEL LISBOA
Fotografia: FABIO ROCHA
Câmera: FABIO ROCHA
Som: NAPOLEÃO CUNHA
Edição: CAETANO TRAVASSO
Elenco: Márcio Ciolo, Jorge Oliveira, Nilson Rocha, Paula Lice

 

Eva na Primavera – 15min

Eva tem 18 anos e mora no Brasil desde os 2 anos de idade. Seu pai acaboude cometer suicídio. Como último desejo, pediu para sua filha partir em uma viagem para conhecer Nova Iorque, cidade onde ela nasceu. Lá, Eva vai buscar sua identidade.

Direção: Luiz Fernando Azevedo
Produção Executiva: Produtora Pessoas do Século Passado
Direção de Produção: Dodô Azevedo Maria Laura Cravo Vitor Leite
Roteiro: Dodô Azevedo
Fotografia: Dodô Azevedo
Câmera: Dodô Azevedo
Arte: Dodô Azevedo
Som: Dodô Azevedo
Edição: Vitor Leite
Elenco: Maria Laura Cravo 

Iaia et Leni – 3min

A hora do chá numa tarde de sol

Direção: Eugenia Castello
Produção Executiva: Eugenia Castello
Roteiro: Eugenia Castello
Fotografia: Fábio Allon
Câmera: Eugenia Castello
Arte: Eugenia Castello
Edição: Feito em tomada única
Elenco: Malu & Luma

Ovos de Dinossauro na Sala de Estar – 12min

A alemã Ragnhild Borgomanero, de 77 anos, estudou fotografia digital e fez cursos de Photoshop e Premiere para manter viva a memória de seu falecido esposo, Guido, com quem reuniu a maior coleção particular de fósseis da América Latina.

Direção: Rafael Urban
Produção Executiva: Ana Paula Málaga e Rafael Urban
Roteiro: Rafael Urban
Fotografia: Eduardo Baggio
Arte: Maria Andrade
Som: Robertinho de Oliveira
Edição: Ana Lesnovski
Elenco: Ragnhild Borgomanero

Magnífica Desolação – 19min

A MÁQUINA, O HOMEM E A VIAGEM. Impressões sobre o cotidiano dos maquinistas de trem de carga no Brasil.

Direção: Fernando Coimbra
Produção Executiva: Caio Gullane e Sônia Hamburger
Direção de Produção: Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Fernando CoimbraCoprodutores: Debora Ivanov e Gabriel Lacerda
Roteiro: Fernando Coimbra
Fotografia: Fernando Coimbra
Câmera: Fernando Coimbr
Som: Juliano Zoppi
Edição: Eva Randolph

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