Arquivo para categoria Festivais FDE

Foi dada a Largada

A proposta está feita, e aceita. Agora o desafio é de todos, do coletivo e definitivamente, para o coletivo. Na Quinta-Feira(05) aconteceu a primeira reunião do Festival Sem Paredes, os representantes do Coletivo Sem Paredes: Gian Martins, Nana Rebellato e Jasmine Giovannini, explicaram a proposta, que é bem simples. Utilizar o processo de construção do Festival para dar início a estruturação de algo muito maior, que perdure a realização do evento e continue de forma perene, porém intensa e caótica, a agir.

Festival Sem Paredes

Uma série de provocações foram levantadas, os desafios estão postos a mesa, numa construção Colaborativa, cada um soma o que tem, cada um investe o que tem de único, e essencial para as engrenagens girarem de forma fluida.

Cada pessoa presente apresenteou seus interesses em Tags, e as 27 palavras que surgiram, foram sintetizadas em temas Macro, que emglobam umas série de outras. Mas cada ponto levanta um debate relevante e extenso, que deve ser discutido pela sociedade que deve propor e participar da construção de políticas públicas.

Festival Sem Paredes

As Tags, foram sitentizadas da seguinte forma:

#Economiasolidária

#Midialivre

#Cidade
-> Cidade Para Pessoas
-> Políticas Públicas
->Espaços Públicos de Convivência
-> Ocupação de Espaços Públicos
-> Mobilidade Urbana
-> Bicicleta

#FormaçãoLivre
-> Todos Juntos 1 só
-> Vivência
-> Amor Livre

#CulturaUrbana
-> Skate
-> HipHop
-> ArteUrbana
-> Graffiti
-> Encontro de Mcs

#ArtesIntegradas
-> Música
-> Design
-> Audiovisual
-> Fotografia

#Ambiente
-> Sustentabilidade
-> Permacultura
-> Alimentação
-> Educação Ambiental

#Sociedade
-> CulturaDigital
-> Política
-> Consciencia Política
-> Coletivo
-> Drogas
-> Colaborativismo

Cada ponto desse foi debatido superficialmente, as bolas levantadas, todos seguraram suas cortadas para dar continuidade a um debate mais prático. Onde traçou-se os seguintes objetivos principais:

  • Propor a criação de uma rede de colaboração na cidade, a partir de um processo coletivo;
  • Estimular o surgimento de um arranjo produtivo pautado nos princípios da economia solidária;
  • Criar um campo de debate e reflexão permanente, que perdure a realização do Festival;

Festival Sem Paredes


Sendo assim foi marcada uma segunda reunião geral, na qual a principal pauta, será a criação de Grupos de Trabalhos temáticos, e estabelecer os fluxos de informações, para que consigamos criar um grupo difuso e autonomo que seja ao mesmo tempo coeso e veloz.

Foi dada a largada, não de uma corrida, mas de um processo, no qual, todas as partes envolvidas compõe um sistema harmonico.

Confira a Ata da Reunião.

A próxima reunião já está marcada. Quarta Feira 11/07/2012 às 19:00 – no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.

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Diário de Bordo 2!

Na segunda edição do Diário de Bordo, Luis Fernando Príamo partiu para Catalão (Goiás) com a oficina de fanzines dele para a primeira edição do Festival Siriema – Festival de Artes Integradas de Catalão.

Clique aqui e confira!

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Edital de Vivência – Repórter CMFI

Atenção jornalistas e estudantes de jornalismo para a oportunidade que o Fora do Eixo Minas traz para vocês!

O CMFI (Circuito Mineiro de Festivais Independentes) acaba de lançar o Edital de Vivência que vai selecionar 2 repórteres multimídia para 10 festivais do circuito.

Os selecionados ganharão a passagem para a cidade do festival além de hospedagem e alimentação. Eles ficarão responsáveis por ministrar a oficina de midialivrismo e coordenar a cobertura colaborativa de cada festival, juntamente com um gestor da equipe do Centro Multimídia Fora do Eixo Minas.

Além da experiência no campo da comunicação, os selecionados participarão do processo de produção do festival, pois irão alguns dias antes do início dos festivais.

O primeiro festival a receber a vivência é o Alambique do Som, que acontece entre os dias 11 a 14 de agosto, em Barbacena.

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Diário de Bordo – Nova Seção no Site!

Olá, galera!

A gente orgulhosamente inaugura uma nova aba no site: o Diário de Bordo! Nessa seção, nós relatamos as nossas viagens (por que não?)!

Nessa primeira edição do Diário de Bordo, os Coletivados Gian Martins e Gabriel Zambon metem o pé na Estrada, indo primeiro para a inauguração da nova sede do Coletivo 77, de Barbacena. Logo depois, eles vão para Sabará, no Congresso Fora do Eixo Minas e no Festival Escambo. Por último, pero não menos importante, o Gian vai pro Acre! Ele foi selecionado pelo Pregão Fora do Eixo do Clube de Cinema, para participar de uma produção em uma aldeia indígena.

Ficou curioso? Então não perde!

https://coletivosemparedes.wordpress.com/diario-de-bordo/

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Edital de Circulação Estadual – Música Minas

O Programa Música Minas acaba de lançar uma de suas novidades para o ano de 2011. O Edital de Circulação Estadual irá selecionar 15 artistas/grupos para fazerem 2 shows cada nos festivais integrados ao Circuito Mineiro de Festivais Independentes, sendo que pelo menos 1/3 (um terço) destes deverão ser artistas do interior. Serão um total de 30 shows distribuidos em 10 festivais que ocorrem de agosto a dezembro de 2011.

A abertura das inscrições será realizada pelo portal Toque no Brasil, onde o artista/grupo deverá criar seu perfil e poderá se inscrever entre os dias 17 e 24 de julho.

Clique aqui e leia o Edital de Circulação do Programa Música Minas.

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Festival FdE – RJ

Vários cantos do país reunidos em uma mesma noite, na última sexta-feira (17/06). Foi nesse clima que rolou a noite do Festival Fora do Eixo, no Circo Voador. Agradando a diversos gostos musicais, as bandas não só chegaram ao Rio de Janeiro de lugares distintos, como também apresentaram shows para muitos públicos. A ideia da mistura de estilos deu tão certo, que, de repente, a casa estava lotada. Tudo contribuiu para uma noite memorável: a lua ainda cheia, a temperatura amena e, claro, os excelentes sons das bandas.

Representando o norte do Brasil, a abertura do evento foi comandada pelo hard rock da Mr. Jungle, diretamente de Boa Vista. Em seguida, subiu ao palco a banda goianiense Gloom. O quarteto baiano Maglore deu continuidade à noite com show do disco independente “Veroz”, o primeiro lançado por eles. De uma mescla de variantes do rock, a banda Tereza (Niterói – RJ) tirou a galera do chão.

Por último e longe de ser menos importante, o encerramento do primeiro dia do festival ocorreu ao som emocionante do Teatro Mágico. Já era tarde, mas o Circo Voador mantinha-se cheio de fãs ansiosos pelo começo. Alguns deles, mais ousados e corajosos, apareceram de cara pintada e nariz de palhaço. Em meio a muitos aplausos, Fernando Anitelli realizou a última apresentação do “Segundo Ato” no Rio de Janeiro. A catarse coletiva atingiu todos em volta do palco, que, juntos, cantaram, bateram palmas e pediram mais. Uma sensação indescritível. Não somente de belos shows foi feita a noite, que também contou com as projeções do VJ Ocari. Imagens, frases e, até mesmo rostos, estamparam a tenda do Circo e chamaram atenção também de pessoas que passeavam pela Lapa.

Entre muitos sorrisos e boa música a festa foi, sem dúvidas, marcante!

Confira o vídeo da cobertura do Festival!

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Resumo da SedaJF

A SEDA aqui em Juiz de Fora Rolou muito suave, foi muito bom.

Foram 6 dias de programação, do dia 6 a 11 de Junho totalizando 6 oficinas, 5 mesas, e 4 mostras com sessão de curtas e longas.

Diagnosticamos na cidade, que seria inviável, uma oficina que rolasse de manha e de tarde porque a galera que se inscreveu (a maioria universitários) trabalhavam pelo menos um turno no dia. Por isso, a Oficina Base de Realização Audiovisual, ficou reduzida à manha, e o Dezan conduziu a galera em todas as etapas do audiovisual, deixando a galera criar. Adicionamos também mais 5 Oficinas de Especialização, com duração de poucos dias, e assuntos mais específicos e aprofundados. Todas as oficinas foram realizadas na Casa de Cultura da UFJF, grande parceiro que disponibilizou o espaço e foram super receptivos ao projeto.

Foram Elas:

Fotografia experimental e Cinematografia HDSLR – Com intuito de explorar as possibilidade das câmeras fotograficas com a função de filmar em Full HD e explorar novas técnicas fotograficas. Eduardo Yep disponibilizou um vídeo editado com os produtos feitos pelos alunos em algumas visitas noturnas à ufjf:

Direção de Arte – Explorar os conceitos e funções de um diretor de Arte em um Set de forma prática, Profissionais que o mercado juizforano é carente e além disso ignora sua importância. – Oficineiro Emanuelle Vaccarini (Rio de Janeiro)

Video Projeção e Criação Audiovisual em TempoReal – Com o Núcleo de VJs do Fora do Eixo se consolidando e com a possibilidade dos artistas criadores audiovisuais circularem e integrarem a agência, essa oficina cai como uma luva, para a galera interessada da cidade.

Os participantes foram convidados a fazer uma intervenção audiovisual no Pacotinho de Serda, o Bandas Novas ao Extremo, na noite de Sábado.

Direção de TV – Com toda a experiência Eduardo Leão conduziu os participantes para atentarem a todos os detalhes que um diretor de TV tem que conhecer e dominar de forma orgânica e veloz.

Atuação em frente as câmeras – Os participantes experimentaram estar cara a cara com uma câmera, como se portar diante dela e como contracenar com outros atores na presença de uma câmera. Gustavo Burla guiou os atores nessa jornada.

Oficina Base de Realização Audiovisual – Adaptada a realidade local, apenas ao periodo da manhã, um novo formato que deu super certo, Thiago Dezan conduziu os participantes por todas as etapas da produção audiovisual, mostrando como a técnica está acessível e com uma galera se faz filmes com facilidade. Todos se envolveram muito, e ainda rolou espontaneamente um link muito forte e os alunos da Cinematografia HDSLR foram na gravação do filme também.

Saiu um resultado muito bom, filmado com 3 câmeras, as 4 da manha no Morro do Imperador, ponto turistico de Juiz de Fora que já está disponível na DF5.

As Mesas, não ficaram cheias, mas foram muito produtivas. Foram todas realizadas no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, um local bem massa que rola várias galerias de arte, teatro, e salas para oficinas e exposições. Um lugar bem democrático e aberto para a população da cidade ocupar mesmo. Utilizamos a Cinemateca, uma sala bem legal que tem lá, que tem uma tela para fazer projeções.

No primeiro dia, foi a abertura, na qual foi convidado o Mauro Pianta, um fotografo que esteve presente nos ultimos 20 anos de historia do cinema de Juiz de Fora, e é um grande conhecedor da história e linguagem do cinema. Um profissional que é muito influente na cidade, e a palavra dele é um peso grande. O papo foi muito bom e esclarecedor, ele deu um diagnóstico da cidade, alertando para a importância do rigor na técnica que está cada vez mais acessível com todo mundo comprando HDSLRs, e falando que Juiz de Fora é a cidade que tem mais diretor por metro quadrado, todo mundo que fazer seu próprio filme e não conversa com as outras pessoas.

Então o pegou a palavra e explicou nossa dinâmica de trabalho e como o CDC tem a preocupação em trabalhar e desenvolver todas os níveis da Cadeia produtiva audiovisual de forma colaborativa, e os resultados que estamos chegando. Concluímos todos, que esse trabalho, usando a SEDA para apresentar e aproximar colaboradores e interessados, é o que Juiz de Fora precisa.

Nos dias que tinhamos como convidado o Fred Furtado e o Thiago Dezan, acabamos discutindo, por demanda dos que foram assistir, o FDE, os conceitos nos quais nos pautamos, como o colaborativismo, o compartilhamento de informação livre, a economia solidária, o público chegou com questionamentos e rolou uma troca de idéias bem legal.

No penultimo dia, tivemos a chegada do Fred Cardoso do C+C, e a mesa se dissolveu dando lugar a uma roda, onde trocamos uma idéia bem legal, sobre a situação cineclubista de minas, encaminhamos ações de articulação com cineclube de cidades menores da região. Fred apresentou o Pcult, e conversamos sobre os movimentos do Pcult no Rio e a situação em JF.

No Ultimo dia, a proposta era convidar todos os que participaram das mesas, mostras e oficinas para ganharem seus certificados e trocarem uma idéia crítica, ajudando a construir a SEDA com opiniões, e sugestões. Compareceram várias pessoas que se envolveram durante a semana, e todas muito satisfeitas de terem participado.

Ocupamos o Cinearte Palace, um cinema muito lindo, o ultimo cinema de rua da cidade, que apesar de ter uma padaria no andar de baixo que te expulsa caso você queira apenas esperar um filme e não comer coxinha, Ainda carrega a essência de um cinema que tem suas portas direto na calçada.

Tivemos um público médio de 32,5 pessoas, eram 2 sessões diárias, uma de curtas com duração de uma hora, seguida de uma de longa.

As sessões de curtas, eram uma mescla de Acervo coletado em encontros cineclubistas, filmes da DF5 e Filmes locais convidados a participar.

As mostras de longa abriu com Amaxon, o ultimo filme de José Sette, Cineasta que marcou a história do cinema na cidade, e deu um gas na produção local na década de 80 e 90.

No segundo dia o filme Sistema de Animação, é um longa documentário sobre um Baterista, que traçou um caminho promissor na música, mas optou por uma vida com poucos bens materiais, em sua casinha onde a fonte de energia elétrica é baterias 12v de carro, entretanto uma vida recheada de sonoridade ritmo e intensidade.

No terceiro, o Filme quarta B tirou muitas rizadas do público, filmado em apenas 1 locação, o filme leva o público para a discussão de pais decidindo o futuro de seus filhos e encaminhando melhorias para a escola movidos por baseados.

E no Ultimo dia de mostra, Cartão Postal ocupou a telona do Palace.

O primeiro lançamento da DF5, no cinema mais tradicional da cidade ainda vivo. foi maneiro de mais.

Concluo esse relatório da SEDA, dizendo que a semana foi muito importante para a cidade, e para o Sem Paredes, importante no sentido de aproximar muitas pessoas do audiovisual, criar um contato real, dessas pessoas com o processo criativo da imagem em movimento.

E também, mostrar para todos que se envolveram, novas lógicas de trabalho que possibilitam e potencializam arranjos produtivos locais que podem virar um polo produtivo muito foda, utilizando novas ferramentas e sempre pensando em colaborar na construção de plataformas para escoar essa produção para todo o Brasil.

O Coletivo agora, entra em uma nova fase, com novas pessoas que chegaram para oxigenar e pensar realmente coletivamente, dando um gás muito grande, e agregando cada vez mais a cidade como um todo. Juiz de Fora está fervilhando de produções e realizações culturais, vamos potecializar tudo isso e levar isso para o mundo Linkando com várias outras cidades em situação semelhante.

Foi feito uma parceria com dois blogs de alunos do João Paulo Siqueira, para a cobertura colaborativa:

esse foi um vídeo que o Dentro de Fora fez. http://dentrodeforajf.wordpress.com

e o blog http://alokavirtual.wordpress.com fez uma cobertura em texto também muito boa.

Obrigado a todos que colaboraram, obrigado a todos que apoiaram.

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