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GREEN NATION FEST

“Sustentabilidade para ver, ouvir e sentir”

Meio ambiente, sustentabilidade, novas mídias, educação – é inegável que estas têm sido algumas das pautas mais discutidas no país nas últimas semanas.

Após a mobilização popular em diversas cidades brasileiras pelo veto presidencial ao novo Código Florestal – que, infelizmente, só ocorreu parcialmente – , agora o assunto é a Rio+20, evento que reunirá governantes de países-membros das Nações Unidas que irão discutir a questão ambiental hoje e renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável.

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Entre todos estes acontecimentos está o Green Nation Fest – Festival interativo e sensorial, sediado no Rio e com entrada gratuita, que tem como propósito estimular o público a agir, através de práticas cotidianas, por um mundo mais sustentável.

Desde o dia 31 de maio até 7 de junho, diversas atividades que propõem a interatividade tomam conta da Quinta da Boa Vista nesta primeira edição do festival realizado pelo Centro de Cultura, Informação e Meio Ambiente (CIMA), ONG que há mais de 20 anos desenvolve ações em parceria com instituições privadas, governamentais e multilaterais.

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Entre as atrações do festival estão a Competição e Mostra de Cinema e Novas Mídias, que incentiva a produção e a difusão de obras de diversas categorias (filmes, blogs, microblogs (twitter), fotos, cartuns, arquitetura), contribuindo para o engajamento social em questões fundamentais para a melhoria da condição de vida no planeta; Mostra Internacional de Longas e de Curtas (estes com obras selecionadas por festivais como o Animamundi e o francês FIFE e também produzidas por alunos da rede municipal de ensino da cidade do RJ); Feira interativa e sensorial, que propicia a simulação de situações extremas; Seminários sobre “Economia verde e criativa”, que contam com personalidades nacionais e internacionais do mundo acadêmico, cultural e corporativo, dscutindo alternaticas verdes aplicadas a Arquitetura, Design, Moda, Alimentação e às Novas Tecnologias; Quiz para os estudantes testarem seus conhecimentos sobre sustentabilidade; Exposição de cartuns; Aulão de yoga; e o Apadrinhamento de árvores.

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Este tipo de evento só evidencia ainda mais que as questões ambientais não vão – ainda bem! – deixar de ter relevância tão cedo.

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O caminho é esse mesmo: a conscientização coletiva para a valorização e preservação do que é nosso, em busca de condições de vida melhores para todos.

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Meio ambiente batendo na porta: Rio +20!

Falar hoje sobre desenvolvimento sustentável está perto de virar clichê. Teoricamente, pelo menos, todos sabemos que é preciso conciliar o desenvolvimento de nossas economias capitalistas com aquilo que o planeta é capaz de oferecer. Apesar de natural, essa ideia por muito tempo não esteve presente no pensamento humano e só se fixou oficialmente como pauta prioritária em 1987.

O primeiro passo para a criação de uma consciência global em prol da proteção dos recursos naturais veio com a Conferência de Estocolmo, em 1972. No entanto, essa luta foi ganhar força maior somente em 1992, ano de realização da famosa Rio-92. Ali, delegados de 172 países e 108 chefes de Estado, além de 10 mil jornalistas e representantes de 1.400 ONGs, se reuniram para discutir sobre o assunto e conferir ao mesmo seu devido destaque no quadro internacional.

Dez anos depois, a ONU promovia um novo encontro: a Rio +10, dessa vez na África do Sul, a fim de consolidar os compromissos já assumidos anteriormente.  Agora, o plano da vez é (adivinhem!) a Rio +20, sediada mais uma vez na cidade maravilhosa.

O encontro promete: ele definirá as políticas ambientais dos países participantes para os próximo 20 anos, renovando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e aproximando os projetos para uma realidade que modifica-se cada vez mais intensa e rapidamente. Marcando presença entre 13 a 22 de junho de 2012, o encontro será dividido em 3 momentos: a III Reunião do Comitê Preparatório, a programação de eventos com a sociedade civil e, por fim, o Segmento de Alto Nível da Conferência.

O mais importante é ter consciência do valor simbólico que a cidade do Rio de Janeiro traz para o evento: toda a energia e as lembranças de uma Rio-92 bem sucedida fazem dali o lugar ideal para novas ações e projetos ambientais. Além disso, a população civil também terá sua voz através da Comissão Nacional, que elegeu cerca de 40 membros provenientes de diversos estratos político-sociais. Por fim, é importante ressaltar o próprio destaque que o país assumirá, uma vez que será o Presidente da Conferência.

Fica a dica de aproveitarmos o embalo e entrarmos nessa onda verde que agitará as praias cariocas. Afinal, coletivizar a arte é também proteger o planeta, a maior obra-prima de todos os tempos.

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