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Eco Performance Poéticas de Junho – 4 anos de aniversário

Ocupando o espaço literário juizforano, o sarau musicado da cidade comemora seu quarto aniversário com muita poesia como lhe é de costume: Eco Performance Poéticas, edição de junho!

Os convidados para a comemoração do mês são Knorr (jornalista, músico, designer e poeta), pré-lançando o livro Falavras e André Capilé – um dos fundadores da Eco. Entre as leituras da noite encontram-se também autores da cidade já participantes como Luiz Fernando Príamo, Anelise Freitas, Anderson Pires e Laura Assis.

Mantendo a tradição e o clima, Pedro Paiva ocupa a discotecagem da noite que respira e vive a conjunção de linguagens artísticas, começando pela poesia e a música.

A entrada é gratuita para esse evento mensal da primeira quinta-feira do mês. A sede do evento é o Espaço Mezcla, que fica na Rua Benjamin Constant, 720. Participe, o início é às 20 horas.

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Eco Performances Poéticas Edição de Abril

Nesta quinta-feira (05/04) acontece a edição de abril do Eco Performances Poéticas no Espaço Mezcla, evento que prestigia as letras em suas grandes expressões: enquanto poesia, como literatura.

Como convidados para a noite de quinta estão o autor da cena vencedora do 2º Festival de Cenas Curtas de Juiz de Fora e dos textos dos espetáculos “Os aplanadores de assoalho” e “Estranho Farol dos Cacos”: Felipe Moratori; Fred Spada, autor do recém-lançado primeiro livro, Arqueologias do olhar; e Carlos Magno Rodrigues, o Létes, com a performance de “Eu Caio”.

A entrada para o Eco Performance é gratuita, o evento sediado mensalmente na primeira quinta-feira do mês no Espaço Mezcla inicia-se às 20 horas. Além de muita poesia, haverá ainda música e uma banquinha montada com livros.

Confirme sua presença aqui! O Espaço Mezcla fica na rua Benjamin Constant, 720. Mais informações no blog oficial do Eco Performances Poéticas.

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Cultura e Política

Primeiro texto da Cobertura Colaborativa da Calourada do DCE 2012 no ar! Veja como foi a palestra de abertura sobre “Literatura e Política” com Giovani Verazzani e acompanhe as images do Eco Performances Poéticas aqui, no flickr do Coletivo Sem Paredes.

Por Giovani Verazzani

A recepção dos calouros feita pela Faculdade de Letras não poderia deixar de lado uma de suas matérias primas fundamentais para a produção do conhecimento: a literatura. A noite da calourada de Letras iniciou-se com uma palestra significativa, pronunciada pelo professor e doutorando da casa Wagner Lacerda, com sua expansividade, contundência e bom humor de costume.

Política é um tema espinhoso em terras tupiniquins, principalmente quando revisitamos nosso passado mais recente e enumeramos os escândalos de corrupção, tanto do governo atual, quanto da oposição (quaisquer que sejam); não há como se empolgar com um tema que nos deixa desacreditados. Associar isso às nossas Belas Letras, portanto, pode ser abominável e indecente à vista de alguns puristas conservadores da linguagem.

Contudo, o tema dessa palestra é pertinente e se faz necessário, na medida em que defendemos que arte e cultura são instrumentos que possibilitam uma transformação social, política e intelectual dos sujeitos que a produzem e a consomem, tanto no âmbito subjetivo, individual, quanto no coletivo. E a literatura, dentro das atividades culturais como um todo, cumpre muito bem esse papel. Não é a toa que, em regimes totalitários e tirânicos, livros são queimados e destruídos, autores são perseguidos e, algumas vezes, até presos e torturados. Essa violência se explica em parte pelo caráter político da obra de arte, uma vez que ela é capaz de desestabilizar as bases ideológicas do poder. Mas o oposto também se faz verdadeiro e, como pode desestabilizá-las, ela pode servir a essas bases, como ocorreu no próprio nazifascismo.

Se analisarmos na história da literatura, até em Homero, séculos antes de Cristo, é possível relacionarmos literatura e política. Mas essa relação se torna mais aberta e explícita a partir da Revolução Russa e da ideologia que advém desse novo Estado: a arte só pode servir aos ideais revolucionários. Dessa maneira, a arte fica sujeita a condições específicas de produção, perdendo a característica fundamental que a torna uma obra de arte, a saber, seu próprio estatuto de funcionamento, livre, independente. O mesmo pode ser observado em alguns movimentos sociais durante o regime brasileiro de 64, como os CPC’s (Centro Popular de Cultura), que, por mais que as intenções fossem as melhores (sem ironia nenhuma) e houvesse revelado poetas e artistas fenomenais, acabavam por condicionar a arte a funções específicas, transformando-a em “panfleto”.

Entretanto, essa relação entre literatura e política pode ser mais contundente e expressiva, embora sutil, quando a pensamos dialeticamente; quando pensamos literatura e política andando juntas, e não separadas; quando o viés político da obra é inerente a ela mesma e não vem de fora, de forma a influenciá-la e ser por ela influenciado; quando o ato político brota / nasce do próprio ato de escrever; quando escrever se torna um ato político. E este ato pode ser estendido até às nossas mais triviais atividades cotidianas, como saudar um vizinho, não se restringindo exclusivamente à literatura.

Lembremo-nos de Platão ao dizer que o “homem é um animal político” e, para ilustrar tal afirmação, encerro com minha apreciação da atuação do professor Wagner Lacerda. A palestra perdeu seu estatuto de “palestra”, quando o professor desceu do púlpito e a transformou numa “aula”, com a participação aberta aos seus ouvintes, tornando-a num ambiente incontestavelmente democrático: um ato político. Há quem possa criticá-lo, dizendo que ele desrespeitou o frame “palestra” e a sua estrutura padrão, na qual só o palestrante fala e o público ouve. Desrespeitoso, talvez, mas absolutamente político.

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Anna Karenina, nas telas do João Carriço

Ontem foi a exibição do épico russo que já contou com várias filmagens, uma obra baseada no livro homônimo de Leon Tolstoi: Anna Karenina.

Um longa bastante interessante com um roteiro inquestionavelmente épico, conta a história de um romance durante o czarismo russo com retoques especiais que mostram a profundidade crítica e a persectiva de sociedade presente em toda a obra.

Uma experiência bastante marcante que faz perceber a interação que o cinema possibilita ao pensar a sociedade e viver a literatura, fazendo com que os acontecimentos banalizados sejam visto de uma pontos de vista diferentes, de maneira questionadora.

Na próxima quinta-feira haverá mais uma exibição do @cineclubebordel, não perca a oportunidade de participar da exibição e, com certeza, se impressionar com mais uma obra cinematográfica.

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Último Eco – Performances Poéticas do Ano.

Já são quarto anos de poesia em pleno movimento. Ao longo de 2011, o Eco inspirou todas as primeiras quintas-feiras do mês, no palco do Espaço Mezcla. Foram poetas novos e usados, apócrifos e publicados, juizforanos, cariocas, paulistas e baianos e tudo mais que se pode imaginar em matéria de diversidade literária.  O microfone aberto também foi garantia da democracia de versos e porta de entrada para conhecer e reconhecer vários grandes escritores.

Para finalizar um ano tão intenso e produtivo, nada mais justo do que uma super edição especial, com atrações imperdíveis que prometem entrar para a história! Serão dois pré-lançamentos de livros de poetas que são praticamente crias do Eco: Anelise Freitas e  Larissa Andrioli. E também a presença do convidado Giovani Verazanni.

O natal está quase aí e o microfone aberto é sempre um presente dos poetas do ECO. Além da discotecagem de Pedro Paiva, que dá um ar característico ao ambiente de poemas!

Participe! Espaço Mezcla, Quinta, dia 08 as às 20h. A entrada é franca!

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