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Balanço Grito Rock 2012!

Por 40 dias mais de 1700 produtores de 205 cidades em 15 Países se conectaram para fazer o maior festival integrado do mundo: o Grito Rock 2012.

Vandaluz em apresentação em Juiz de Fora, banda em turnê durante o Grito Rock 2012.

 Foram 3350 shows (54% a mais q em 2011) circulando aproximadamente 10 mil músicos que foram assistidos por mais de 500 mil pessoas nas cidades e outras 100 mil nas transmissões ao vivo.

As rotas de circulação fluiram mais de 50 turnês. Os curadores receberam 15965 inscrições mostrando a fertilidade do atual momento da nova música brasileira e, além da Música, no Grito circularam 96 grupos de teatro que fizeram 118 apresentações.

O Audiovisual também marcou espaço com filmes sendo lançados com exibições e debates pelos festivais. Tudo foi atentamente captado por um equipe de 85 fotógafos que catalogaram 31766 clicks e por videomakers que estão produzindo o Grito.Doc em cada uma das cidades que participaram.

Mais de 140 Banquinhas espalhadas pelos eventos colocaram milhares de titulos nas ruas. Diversas trocas de tecnologias e vivências foram possibilitadas pelas mais de 1575 vagas de hospedagem solidária oferecidas em vários países.

Milhares de reais em mídia expontânea, com matérias em Rádios, Tvs, Jornais, Blogs, WebTvs de todos os estados do país. O Fora do Eixo Card foi o principal financiador da ação somando FDE$ 1.800.000 investidos e sistematizados por todos que colaboraram com o festival.

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Relato Agatha Brum Sem Paredes

Após o grito rock JF eu ainda tinha voz e foi com muita empolgação que eu e Nana colocamos o pé na estrada.

Magico. Essa é a sensação de estar no caminho do ouro.

Mariana e Ouro Preto são realmente fascinantes, mas fascinantes mesmo são aquelas pessoas que ali estão e que a todo momento tocam nosso coração seja com um som, uma poesia ou um abraço.

Não é de se estranhar que o Grito Rock Mariana foi um sucesso, as bandas com letras marcantes e efeitos fortes, a galera das cênicas com uma super presença nas performances, todos ali juntos compartilhando suas buscas, respostas e perguntas. Afinal escolhemos gritar por uma causa que para muitos é absurdo, que seja! Juntos não somos um grão de areia mas sim o chão inteiro e é nesse chão, de grão em grão, que vamos plantando com força, coragem e vida, por isso o sucesso do Grito Rock. Respostas não temos para tudo, mas para tudo temos um caminho… e esse som, estridente, pungente, é o meu e o nosso caminho.

Obrigada pela a companhia super alegre da Nana, de toda hospitalidade do Coletivo Muzinga e da oportunidade que o Sem Paredes me deu.


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Relato Nana Rebelatto Sem Paredes

Quando fui convidada pra participar do Grito Rock Mariana não sabia ao certo o que me esperava, mas sabia que precisava fazer parte disso.

Então parti pra Mariana (MG), com Agatha Brum (novata Sem Paredes). A viagem foi meio cansativa, pois (IMAGINE!) não existe ônibus direto entre Juiz de Fora e Ouro Preto. Chegando ao Sagarana Café-Teatro (lugar onde rolou uma imersão pré Grito Rock com o Coletivo Muzinga… MUITO ASTRAL) tive a certeza que todo o esforço para esse fim de semana valeria a pena.

Fui muito bem recebida pelo Coletivo Muzinga. Essa galera tá mandando muito bem… estão se organizando, a acredito que cresçam muito rápido… é tudo questão de querer né?! Estavam reunidos o Coletivo Muzinga, Coletivo Semifusa (Maiza), Casa Fora do Eixo Minas (Letícia), e chegamos nós: Sem Paredes!

Cheguei na sexta, hora do almoço. Geral morrendo de fome… Então partimos almoçar com a galera do 4instrumental, que tocou no dia anterior. Passamos por um belíssimo parque, trocamos ideia… é como se nos conhecêssemos a mil anos, mas eu tinha acabado de chegar.

A tarde, conversas infinitas… e os últimos toques pra mais um dia de Grito Rock.

Quando vi a galera chegando, sabia que seria incrível. Muito astral a noite de sexta-feira. Groove de primeira na programação. Sem contar as ARTES muito bem integradas ao Grito Rock Mariana.

No dia seguinte mais conversas infinitas… (claro!) e mais shows… e mais queridos. Chegaram mais 2 da Casa Fora do Eixo Minas: Talles Lopes e Victor Maciel.

Nossa… sábado foi muito intenso! Noite fantástica! E eu já totalmente integrada na parada… podia-se dizer que eu morava ali. Muitas trocas… e uma reunião deliciosa às 6:30 da manhã de domingo, depois de uma noite de Grito maravilhosa!

Isso tudo me deu muito gás! FELICIDADE INTERNA BRUTA EM ALTA!

Mas não parei aqui… Fui até BH conhecer a Casa Fora do Eixo Minas!

Putz! Isso foi demais. Depois de uma viagem perigosa (a estrada de Ouro Preto à BH está PÉSSIMA!), foi ótimo ser recebida na casa… Fiquei pouco tempo por lá… Apenas o suficiente para um lanche, um papinho breve e já estou com saudade.

Ainda fui parar em Sabará, na Casa Fórceps. Lá rolou um Compacto Arte. Mas só fiquei alguns minutos… valeu neh!?

A oportunidade dessa vivência foi maravilhosa pra mim. Acredito que esse tipo de troca é a real construção do conhecimento e de um mundo melhor. Agradeço a todos que passaram por meu caminho nesses dias, vocês foram fantásticos!

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Grito Rock – Impressões

Vinil é Arte, Radiocafé, Graveola e o Lixo Polifônico, Silva Soul e Di Melo, Vandaluz. Juiz de Fora, Cultural.

“Cara, você vem de onde? O que te motivou a estar aqui?”

Logo após o Graveola tocar. A casa já estava bem movimentada e o público, no intervalo entre bandas, ainda em estado contemplativo pós-show. Fui falar com esse cara que tava se destacando na frente do palco, dançando na maior sintonia, todo felizão.

“Pô, uma entrevista quase pessoal, né?!”

“é…” – eu com quase medo de perder o depoimento do palhaço(de profissão, na real)/hippie/sanguibom – “mas relaxa que você será mantido no anonimato. A ideia é mais pegar as impressões do pessoal pra poder escrever algo em cima e tal…”

“Beleza. Mas olha, eu acho que o mais importante, cara, é que indiferente de trabalhar ou não, e de tá envolvido ou não com conceito de arte, o que eu mais vejo assim, o que mais me dá vontade de trabalhar e de transformar é justamente a geração atual que a gente vive, sabe?! Uma geração que é completamente acessível a vários tipos de cultura, seja teatro, cinema,música. Enfim, hoje se tem acesso à diversas coisas mesmo de uma cidade pequena, tá ligado?!.”

“Pode crer.”

“Agora falando mais de mim…” – o cara engatou uma quinta. Mas a conversa tava bacana – “tô numa busca constante de uma transformação comunitária. Não é algo pessoal…” – nessa hora eu não resisti e dei uma franzida de testa meio inquisidora – “err…quer dizer, é também pessoal…” – ahhhh bom – “mas pra mim o mais importante é eu conseguir atingir as pessoas e transformá-las. Meu trabalho é na rua, saca? Não é no palco. Rola um contato mais direto com o público. Meu trabalho é questionador, cara. Eu não preciso expor muito, não preciso falar pras pessoas entenderem…”

“Tá mais ligado aos gestos, né”

“Exatamente! Tá no gesto, tá no corpo…ou não.” – nessa mesma hora decidi dar uma focada na entrevista.

“Pô, muito legal seu trampo, cara. Legal mesmo. Mas hoje, quais bandas daqui você conhece e o que achou do último show que rolou agora?”

“Boa pergunta, hahaha”

“Gostou dessa, cara?”

“Ah, essa foi foda, né…” – o maluco teve alguns segundos de reflexão – “Mas, cara, eu acho assim, particularmente eu gosto muito de música brasileira e…”

“Ah, mas as bandas daqui você nem conhecia então?”

“Não, não, conhecia! Gosto muito do Graveola, já até conhecia o baterista. E no geral tá bem legal.”

“Certo. Agora vem cá, eu percebi que você é um cara com sensibilidade, um artista e tal…”

“Alternativo-cult eu falo”

“Pode ser. Isso, com feeling…”

“Cara, eu gosto dos clichês. Sô alternativo-cult.”

“Beleza então. Mas quero saber o que você tá achando do ambiente aqui.”

“Tô achando legal, cara! Eu viajei 3 horas e meia até aqui porque fiz questão de ver o Di Melo, saco? Paguei passagem, to pagando hotel, subi o morro aqui do…”

“Pô, mas valeu então, porque eu vi você trocando uma ideia com ele ali no canto quando ele tava dando um depoimento. Vi até que rolou um abraço entre vocês. Calor humano e tal.”

“Porra, pra caraleo!”

“E foi tudo registrado. Logo tá no youtube e já era, vai pro mundo.”

“E sinceramente, nas pessoas eu busco a energia. Pra mim foi uma honra encontrar com o Di Melo. De encontrar com ele e poder dar um abraço. É uma pessoa que tem cultura, um poeta.”

“É um cara que tá vivo, né”

“É, tá vivo, saco?”

“E todo safadão ainda, né”

“É, haha! Mas enfim, o ambiente tá bem legal, espaço legal. Uma galera mais diferente, que apoia a diversidade.”

“E achou que ficou faltando alguma coisa até agora no show?”

“Não, não faltou nada, cara. O lance é esse mesmo aí, incentivo a isso. Sabe, chama Hermeto Pascoal, chama Tom Zé, chama… Roberto Carlos” – puutz.

“Ôorra, hahaha”

“É, os grandes nomes. Chama o Graveola, Arnaldo Batista.”

“Pô, já que é assim, chama teu irmão lá também, o Ventania!” – e se vocês o tivessem visto pessoalmente iam dar razão a minha piadinha infame.

“Haha, pô, Ventania é do caraleo.”

“Do caraleo.”

Depois, em off, rolaram umas confissões de palhaço Al-Qaeda. O cara tava fissurado na ideia de dar uma tortada na cara do Pedro Bial, em rede nacional (??). E prometeu até que teria dedicatória após o ataque terrorista light. Fico na espera.

(…)

Transitava na parte externa da casa quando reparei em um pequeno aglomerado de pessoas. Logo vi que quem estava ao centro era ele, o mito, Di Melo. Colei lá pra tentar pegar um depoimento.

“…eu gosto do que faço. E por assim ser, e vou cada vez mais procurar melhor fazer…” – interrompe a fala e encara uma garota na sua frente – “Liiinda.” – e parte pra mais um de seus abraços marotos.

Eu espero o momento terminar e me aproximo.

“Fala aê, Di Melo, tudo bem? Tem como me dar um depoimento rápido, cara?”
“Claro.”
“Então me diz aí, o que a música representa para você, como forma de expressão?” – pô, falando com um figura desses, eu tinha que fazer esse tipo de pergunta pseudo-cult-clichezona. Uma hora ia ter que sair alguma pérola.

“Olha, eu acho que não existe nada mais expressivo dentre as artes do que a música em si. A música é o alimento da alma”

“Mas acha que pra todo mundo é assim?”

“Claro. Todo mundo curte música, e quem não curte é doente mental. Na boa. A música é tudo. Já penso um mundo só com som de metrancas? É muita doidera, tem que ter música – e as várias ramificações dela. Ou seja, se você só gostar de uma coisa, você tá ferrado”

“E você de alguma forma já se sentiu injustiçado, ou que a fama fez falta em sua vida?”

“Meu, eu faria tudo de novo. Sempre fiz tudo por PRAZER, e nunca fiz nada por FAZER. Sempre por prazer, porque aí você se dedica mais, você faz melhor. E eu continuaria tudo de novo. Não me sinto injustiçado, eu me injusticei. De uma certa forma, eu que me exclui. Eu que sai da história toda”

“A questão de fama também é bem ilusória, né, todo mundo acha que…”

“Tudo é muito ilusório, não é?! A vida é um sopro. Se você parar pra analisar, não tem nada com substancial. A partir do momento em que a única coisa que você sabe é que você veio e que você vai, nada é sustentável. É tudo muito sonho.”

“Outra coisa, cara, eu cheguei ver o curta sobre você, achei muito legal e…como é mesmo aquela história lá, que na décima sexta vai, é isso mesmo?” – pra quem não sabe do que se trata,esse foi um momento no filme em que ele, contado de suas sacações de sedução, afirma que na décima sexta mulher a cantada funcionava. Sem erro.

“Aaaahahahah. Rola, rola, rola.”

“Então o negócio é a persistência?”

“Não… mas, sabe o que acontece? De cada pessoa, você gosta por um detalhe. Dificilmente uma pessoa vai ter a persuasão de preencher a outra por inteiro. Então de cada pessoa se gosta por um detalhe. Eu por mim, gostaria de ser 1000 homens, namorar 1000 mulheres ao mesmo tempo. Cada uma é uma música, é um barato, é diferente, Nunca nada é igual.”

“Pra fechar, na sua opinião, qual maior músico de todos os tempo?” – só deixar claro que no momento tinha noção do quanto essa pergunta é tosca, não acredito nessa de “melhor músico”, mas estava mesmo é curioso pra ouvir a resposta.

“Olha, o maior músico…eu diria o maior compositor, Chico Buarque de Holanda. O Chico Buarque é foda. É difícil você achar uma coisa…o Chico é sem mácula nem culpa. Ela canta muito bem a mulher, a alma feminina. Olha, Brasil é brasil, o resto é conversa fiada. Aqui você tem de tudo e muito. O que você procurar você vai encontrar. Mas é difícil você precisar e dizer quem é o melhor músico do mundo…”

“Pode crer. Isso não existe.”

“É, porque quando você acha que sabe tudo, você é superado.”

Um tempo depois da entrevista pude conferir o cara no palco em ação, e realmente o tiozão é foda. Com uma puta presença de palco, muito carisma e swing, ele ganhou o público da casa com facilidade e fez a galera se envolver com intensidade no show.

Para não perder o costume, selecionou umas garotas da plateia e as pôs pra dançar em cima do palco. Esse foi um momento bem bacana, dava pra sentir a felicidade das pessoas fluindo.

E minha entrevistada seguinte ratificou tudo o que tava sentindo.

“Opa, dá licença, pode me dar um depoimento rapidinho?”

“Sobre o que?”

“Pô, me fala o que achou do show que terminou agora.”

“O show foi incrível, a participação, o envolvimento…sabe, esse amor que a galera tem, foi um momento muito bonito, ver todo mundo se divertindo, feliz.”

“E o que você acha do Di Melo?”

“Ah…como assim?”

(como assim “como assim”?) “Sei lá, ele como mente, corpo, o pacote todo.”

“Ahhh, ele é um cara cativante. Você olha pra ele e dá vontade de abraçar, morder.” – óóuun.

“Hmm, então ele é um fofo, né?!” “É!” – 🙂

(…)

Uma hora um brother que fazia parte da organização do evento chegou perto e comentei com ele:

“Pô, cara, você reparo que no começo o pessoal tava meio tímido, poca gente lá dentro, e de uma hora pra outra broto uma galera, né?! Aconteceu muito de repente”

“É. A gente tava até tentando emplacar uma coreografia do Sem Paredes na hora”

“Ahn? Me explica isso aê direito”

“É assim, ó” – e ele juntou as mãos fazendo um movimento ondular frenético, com uma ginga pouco usual. Na hora fiquei pensando quais eram as chances de uma coreografia dessas emplacar…mas se o cara falou, boto fé. Fiz minha parte em divulgar aqui.

(…)

Mais pro final da noite, abordei uma colega da Oficina de Midialivrismo, que tava fazendo a cobertura colaborativa junto com a equipe toda espalhada.

“Pô, me fala as suas impressões do Grito.”

“Cara, era o que faltava em Juiz de Fora, música independente, bandas com um som e letras fortes..é isso.”

“E qual o destaque da noite”

“Silva soul”

“Silva soul?”

“Com certeza, os caras mandam muito bem. E destaco a oficina também, que fez eu mexer com algo que não tem nada a ver com que eu faço. Nunca tinha pego em câmera nenhuma”

“Pô, que legal.O que você faz?”

“Faço Psicologia. Totalmente fora de tudo isso que tá rolando, e tá sendo uma experiência única, conhecimento adquirido pro resto da vida. Ainda mais com uma galera que é foda, sempre trocando ideias… um ambiente super positivo, onde não rola aquela hierarquia, onde uns sabem mais e outros menos, todo mundo no mesmo nível, se ajudando, compartilhando e somando.”

E na saída a sensação que levei foi parecida com essa, de que algo grande havia rolado naquela noite, mas principalmente pelo fato de ser algo feito em conjunto, movido pelo tesão, pela vontade genuína de ver algo maior ser construído e fazer parte desse processo de aprendizado e evolução.

Por Lucas Codonho – participante da Oficina de Midialivrismo

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OUÇO GRITOS!

Chegou o dia do maior festival integrado do mundo: o Grito Rock alcança Juiz de Fora! Mais de 200 cidades ao redor do mundo estão participando, no período de 17 de fevereiro a 17 de março, da produção de diversas noites de artes integradas que dialogam música, artes visuais, artes cênicas e o audiovisual!

Depois do aquecimento com a Oficina de Midialivrismo e com a exibição de longas e curta-metragens pelo Compacto.Cine, a segunda edição desse festival em JF termina com muita música e poesia, tudo registrado pelas lentes dos participantes da Cobertura Colaborativa.

É nesta noite que o nosso grito vai ser ainda mais forte: Graveola e o Lixo Polifônico, Silva Soul e Dimelo, Vinil é Arte, Vandaluz e Radiocafé são as bandas responsáveis por fazer a trilha sonora da edição juizforana do Festival, prometendo uma mistura de gêneros inusitada e dialogando com os mais diversos públicos.

Sabendo que o clima tem importância fundamental para a integração plena no Grito, propomos as Poéticas Visuais. A fim de difundir a produção artística contemporânea e abrir diálogos sobre as artes visuais, toda a ambientação dessa noite será feita a partir da reciclagem de ideias, reutilizando materiais da divulgação de outros eventos, mostrando consciência ambiental e imaginação.

Una sua voz ao nosso Grito! Participe do maior festival integrado do mundo estando presente a partir das 22 horas no Cultural Bar! A meia entrada para a noite com cinco atrações, performances e apresentações está R$ 20,00 e a inteira R$ 40,00. As entradas só podem ser adquiridas na porta, não havendo venda prévia de ingressos.

Aproveite o dia para se manter no embalo do Grito! A edição #0.3 do Podcast Sem Paredes sai hoje com as músicas da noites:

O Grito Rock Juiz de Fora é uma realização do Coletivo Sem Paredes (@semparedesjf e facebook) e do Cultural Bar em parceira com a Casa de Cultura da UFJF, com o apoio da rede Fora do Eixo e da plataforma Toque no Brasil.

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Midialivrando…

Produzido pela Cobertura Colaborativa Grito Rock Juiz de Fora

Coletividade, dedicação, independência e experiência foram algumas das palavras mais importantes do primeiro dia da Oficina de Midialivrismo. Pudemos entender mais a fundo o trabalho dos Coletivos, as ideias e objetivos por trás deles e como poderíamos fazer nossa parte. Um dos pontos que merece destaque é a diversidade de pessoas e interesses, que no final contribuirão para a mesmo propósito: o “Grito Rock”.

Hoje (29/02), com as turmas do Grito.DOC (documentário que será realizado sobre o evento) e Cobertura Colaborativa já separadas, dividimos as funções de acordo com as preferências de cada um e a captação de imagens para o Grito.DOC já começará a ser feita.

As expectativas para amanhã são grandes e além de contribuir, um objetivo comum é aproveitar ao máximo essa experiência.

Para saber mais sobre o Coletivo Sem Paredes, o Grito Rock e sua programação de bandas e mostras de curtas, acesse @semparedesjf ou o facebook.

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Começou o Grito Rock Juiz de Fora!

O Grito Rock Juiz de Fora começou hoje! Estamos a todo vapor com a produção e pensando na Cobertura Colaborativa em conjunto com a Oficina de Midialivrismo! Participando de todo o evento, o Coletivo Sem Paredes recebe Jair de Assis como vivente e ele relata a experiência e a expectativa do Grito!

“Galera, me chamo Jair de Assis estou muito empolgado e trocando muita ideia na oficina. Está sendo uma mega vivência, totalmente inédita pra mim. A oportunidade conhecer novas pessoas e trocar conhecimento e experiência.

A galera do Sem Paredes me recebeu como se fosse de casa. Poder levar experiências do Grito JF para agregar ao de Volta Redonda é fantástico!”

Hoje, às 19 horas, temos ainda a exibição no Compacto.Cine de Bollywood Dream e muito mais nos próximos dias de produção! A noite de quinta-feira é o fechamento desse festival integrado com a noite sendo ocupada com artes integradas no Cultural Bar.

Acompanhe informações pelo facebook do Coletivo ou através do twitter, no @semparedesjf. Confirme sua presença no evento e saiba mais sobre as bandas e as ações da noite.

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