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SEDA – Semana do Audiovisual

Com mais de 50 edições no país, a Seda começou no mês de maio e vai até agosto. A SEDA é a Semana do Audiovisual é um festival de cinema integrado em rede que tem como objetivo criar plataformas de circulação entre as dezenas de edições.

Site oficial: http://seda.foradoeixo.org.br/wp/

A programação envolve Oficinas, Mesas de Debate, Sessões de Cinema, Performances e outras manifestações artísticas com o princípio de formar novos pensamentos e de conectar agentes locais  para criar e fortalecer as estruturas da produção audiovisual. A SEDA é organizada pelo Clube de Cinema, frente audiovisual do Fora do Eixo, que pensa a estruturação das cenas locais, criando vias de escoamento da produção emergente, abrindo rotas para circulação dos agentes que buscam fortalecer um novo mercado cultural.

A SEDA começou em  Taquaritinga – São Paulo, , passou por São Carlos, chegou a Minas em Poços de Caldas, Ouro Preto… e contando…


Em Juiz de Fora ela também vem com força total! De 11 a 18 de junho, a Seda contará com convidados para debater possibilidades culturais para o audiovisual, oficinas para formação de agentes, mostras de filmes e muita, muita discussão sobre cinema, audiovisual,distribuição, cultura, políticas publicas e mais!

Shows, performancês cênicas, lançamento de revista, banquinha de cds, livros e filmes! Muitos filmes!

Acompanhe a programação por aqui http://sedajf.wordpress.com/


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Violeta foi para o céu, é o filme do Cineclube dessa quinta!

“Escreva como você gosta, use os ritmos que aparecerem, tente diferentes instrumentos, sente-se ao piano, destrua o que é linear, grite ao invés de cantar, arrase na guitarra e toque a buzina. Odeie matemática e ame redemoinhos. Criação é um pássaro sem um plano de vôo, que nunca irá voar em uma linha reta.” Violeta Parra.

“Violeta foi para o Céu”, conta a história da compositora, cantora e folclorista chilena Violeta Parra, da infância humilde ao reconhecimento internacional, passando pela intensidade de suas contradições internas, falhas e paixões.

Baseado no romance homônimo de autoria de Ángel Parra, filho de Violeta, o filme de Andrés Wood faz um retrato da famosa cantora e folclorista chilena Violeta Parra, preenchido com seu trabalho musical, suas memórias, seus amores e esperanças. O filme é uma co-produção entre a produtora brasileira BossaNovaFilms, a chilena Wood Producciones e a argentina Maiz Producciones, e a distribuição é da Imovision.

Diretor de um dos filmes mais populares e aclamados do cinema chileno, “Machuca” (2004), Andrés Wood volta ao Brasil com seu novo longametragem,  “Violeta foi para o Céu”, após participar do Goya e ser premiado em Sundance (Grande Prêmio do Júri Internacional do Cinema Mundial Dramático); Toulouse (Prêmio do público); Guadalajara (melhor atriz e Fipresci); Miami (Grande Júri), além de ser o indicado do Chile para concorrer à vaga do Oscar deste ano.

“Violeta foi para o céu”, é baseado no romance homônimo de Ángel Parra (filho de Violeta Parra), e protagonizado pela atriz chilena Francisca Gavilán (“Ulysses”, 2010). O filme estreou no país no dia 07 de junho com a presença de Andrés que prestigia o Cine Ceará (de 01 a 03/06). Em seguida, Andrés encontra Francisca para juntos, participarem das pré-estreias de São Paulo (04/6) e do Rio de Janeiro (05/6). O longa abre a Mostra Competitiva do 22° Cine Ceará, no dia 1º de junho. Concorreram ao troféu Mucuripe, 12 curtas-metragens brasileiros e nove longas latino-americanos, sendo o Brasil com três títulos e Chile, Espanha, México, Guatemala, Argentina e Equador com um cada. O Cine Ceará acontece de 1 a 8 de junho, em Fortaleza, sob a temática: “Lutas Sociais na América Latina”.

Violeta Parra foi uma cantora popular e ícone da cultura do Chile. Suas canções, como “Gracias a la Vida” e “Volver a los Diecisiete”, foram gravadas por músicos de várias nacionalidades. Cantora, autora, colecionadora, poetisa, pintora, escultora, bordadeira e ceramista, Violeta foi uma artista multifacetada, ícone da cultura pop latina, tesoureira e guardiã das mais profundas tradições chilenas, além de ser uma mulher de contradições intensas.

Com mais de três mil músicas e outros trabalhos inspiradores, Parra resgatou a cultura tradicional esquecida, viajou pelo Chile, de norte a sul, para conhecer a voz do seu país, exaltar e salvá-la de estereótipos. Violeta reinventou a música, criando obras-primas e lançando-as pelo país e pelo mundo. “Criar a partir do que existe”, era seu lema.

Em 1964, o Louvre abriu suas portas pela primeira vez para um artista latino-americano, e Violeta foi a primeira mulher a expor seu trabalho no museu. Em 1965, ela voltou para o Chile e construiu uma grande tenda em La Reina, com o objetivo de torná-la o centro da cultura popular. Durante muito tempo, Violeta trabalhou para levar sua mensagem aos chilenos, uma mensagem de sensibilidade universal que, hoje, eleva-a à categoria de artista com raízes na tradição popular com mais fama internacional. No amor, quando Gilbert Favre, sua grande paixão a deixou, a tristeza tomou conta de seu coração e de sua vida.

Ficou curioso para saber mais sobre a vida e obra de Violeta Parra? Então venha ver o documentário as 19 hs no Anfiteatro João Carriço! Veja mais na pagina do filme e na pagina do evento no facebook!

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Por Tua Culpa. Essa quinta no Cineclube!

Por tu culpa é um filme produzido em uma associaçãoFranco/Argentina. Esse drama produzido em 2010 de Anahí Berneri e Erica Rivas, foi apresentado no Festival do Rio de 2010 e foi selecionado para o festival de Berlim, no mesmo ano.

A trama retrata a vida de Julieta, recém-divorciada, que está sozinha em casa com os dois filhos pequenos. Depois que um deles sofre uma queda e se machuca, ela leva as crianças para o pronto-atendimento e o pediatra de plantão imediatamente nota vários hematomas nos corpos dos garotos, suspeitando de maus-tratos por parte da mãe.

A história escrita por Anahí Berneri permeia temas dificeis de abordar, como a conduta das crianças e de seus pais nos dias de hoje. O filme quer que o próprio espectador perceba os temas sutis que acontecem dentro da trama e faça suas próprias reflexões.

Erica Rivas, conhecida por seu papel cômico e inesquecivel como Maria Elena na adaptação argentina do seriado Married With Children, faz com certeza um dos melhores papeis da sua carreira de atriz se entregando à uma personagem extremamente pesada, densa. O desgaste fisico, o olhar triste e o carinho que tem com os seus filhos dentro da trama, são fatos que concretizam de vez o nome da atriz como uma das melhores dessa geração atual do cinema argentino. Não podemos esquecer a brilhante atuação de ambos atores mirins do longa.

Anahí Berneri é feliz em muitos momentos por ter um elenco maravilhoso, um roteiro interessante e acima de tudo uma condução que parece que o espectador está ao lado da protagonista e que estamos sentindo de maneira conjunta, as aflições da mesma. Um fato curioso, é que o apartamento onde foi filmado a primeira parte do filme pertence a diretora do filme.

Sufocante, desolador, sensivel e pertubador. Por Tua Culpa consegue carregar esses sentimentos e deixar o espectador com uma sensação de desconforto e satisfação por ter visto mais de um cinema diferente, que não tem medo de tocar em temas polêmicos e de aborda-los da maneira mais viseral possível.

Por tua culpa, é nesta quinta no anfiteatro João Carriço as 19hs! Veja mais detalhes da exibição na página do evento e confirme sua presença!

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Oficina ‘Conte Sua História’

No último sábado, dia 19 de maio, o Coletivo Sem Paredes realizou uma bonita ação em parceria com o Museu Mariano Procópio, na 10ª Semana Nacional de Museus de JF.

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Patrimônio histórico da cidade, o casarão que foi construído em 1861 para ser a residência de veraneio de Mariano, e se tornou Museu após ser herdado pelo seu filho, Alfredo Ferreira Laje, se encontra fechado para restauro já há alguns anos.

Apesar do acervo do Museu se encontrar inacessível à visitação pública, muitas atividades vêm sendo promovidas no parque do MAPRO,  espaço que, pelo seu tamanho e beleza, oferece uma infinidade de possibilidades: Clube ecológico, exposições temporárias de reproduções de obras do Museu, apresentações teatrais e musicais, são alguns dos eventos culturais que estão acontecendo ali.

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Compondo essas atividades que têm o intuito de integrar a sociedade ao nosso patrimônio, Gian Martins e Jéssica Costa buscaram somar na Oficina ‘Conte Sua História’, onde o objetivo era fornecer às crianças as ferramentas e as informações necessárias para que elas mesmas registrassem, através da linguagem audiovisual, a sua perspectiva e suas experiências no Museu.

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O resultado não podia ser nada menos do divertido e gratificante. Divididas em grupos que se espalharam pelo parque, as crianças demonstraram espontaneidade, valorização da memória e do patrimônio, criatividade e consciência ecológica, ao mesmo tempo em que, em atos de colaboração mútua, descobriram novos pontos de vista.

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Posteriormente, será editado um vídeo a partir do que foi filmado pelas crianças que participaram da Oficina.

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A maior parte das imagens aqui apresentadas foram feitas pelos nossos produtores mirins de audiovisual – é talento de sobra!

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Cineclube de quinta com: Mamma Roma de Pasolini!

Nessa quinta o filme que sera apresentado marca a trajetória de Mamma Roma (Anna Magnani), uma ex-prostituta que vai atrás do filho abandonado por ela, Ettore (Ettore Garofalo), e que tenta uma vida nova junto com ele na capital italiana. Interpretada magnificamente pela atriz Anna Magnani, a personagem se vê em várias dificuldades sociais como a criminalidade que seu filho se envolve e a sua exploração pelo cafetão Carmini (Franco Citti).

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Mamma Roma sonha com uma vida burguesa, mas suas esperanças se confrontam com a realidade. Ela vive em um contexto social que impossibilita a realização de seus sonhos. A vida se mostra mais dura e cheia de desencantos do que ela pode imaginar. Em seu segundo filme, o cineasta italiano Pier Paolo Pasolini faz poesia com cinema em Mamma Roma. Num filme belo, porém ainda marcado pelo neo-realismo que fez escola durante as décadas de 1940 e 1950, o polêmico diretor italiano consegue pôr seu dedo malicioso e cheio de lirismo nessa película produzida em 1962.

Numa retomada dos procedimentos neo-realistas do pós-guerra, Pasolini volta sua câmera para os bairros pobres da periferia de Roma e filma a vida errante dos personagens ao som de Schubert. O filme se mostra belo e mesmo com uma clara influencia “rosseliniana”. Só Pasolini conseguiria filmar Mamma Romma com tanto sentimentalismo sem tirar a critica social da base da história.

Pier Pasolini foi um cineasta italiano famoso por criticar o governo italiano em seus filmes, promovendo a alienação de hábitos conservadores enraizados na sociedade daquele pais. O cineasta que antes havia sido professor, poeta e novelista, gostava de trabalhar com atores amadores e do povo. Morreu em 1975 com 53 anos em um episodio trágico e controverso. Assumidamente homossexual, Pasolini frequentemente se relacionava com garotos de programa e segundo a policia local, ele teria sofrido um assalto por um desses garotos de programa, o que resultou em uma morte violenta na qual teve seu corpo dilacerado. Porém, acredita-se que a historia seja controversa pois o autor confesso do crime apos cumprir a pena, disse não ter cometido aquele latrocínio contra o cineasta. E, segundo evidências encontradas ulteriormente, acredita-se que a teoria da policia italiana não explica a realidade dos fatos relacionados a morte de Pasolini. (veja mais aqui!)

Você já sabe qual é a melhor forma de conhecer m pouco da obra desse grande cineasta italiano! Quinta-feira, as 19hs no Anfiteatro João Carriço! Quer saber mais? Veja a pagina do evento!

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Encontro de Mc’s!

Galera, é nesse domingo o Encontro de Mc’s agora com novidades: elétrico e com residência fixa! Depois de ocupar diferentes espaços publicos da cidade de Juiz de Fora, agora o evento fez uma de suas maiores conquistas! Além de um espaço para realizar as batalhas, as rodas e os shows, o evento sera elétrico, com microfone, amplificador e muita energia pra agitar a galera!

O Encontro acontece duas vezes por mês, sempre aos domingos. Vamos incentivar a cena hip hop em Juiz de Fora, que através de tanta força e dedicação conquista a cada dia um novo espaço!

Contamos com a sua presença! Domingo no Happy Lanches (Rua Mariano Procópio, Centro) as 16:00! Lembrando que a entrada é gratuita e mesmo se chover, vai ter evento moçada!

Para mais informações, consulte o blog do Encontro  e a pagina do evento no facebook!

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São do Mato na Estação Cultural

     Porque só uma nota não basta. Uma nota que dança ao ritmo da flauta, do acordeão e de onze cordas, é mais que um ritmo, é sonoridade completa. Dedos na sanfona, é hora de esperar algo. O que? Não sei. Mas um som emana do acordeão e o peito me faz interpretar uma canção. Será a hora de ouvir essa canção?

Um ritmo que contagia não só quem está dentro, o som ultrapassa as barreiras de tijolo e as janelas mostram mais que uma porta para o desconhecido: uma nova jornada. Mais uma vez, o Coletivo Sem Paredes tem o prazer de apresentar algo diferente, que mexe corpo e alma, voz e razão. Corpos se confundem em uma só dança e almas são um só todo: corpo e coração.

     Se você não pôde participar dessa noite contagiante e ver o belíssimo lançamento do clipe “Conselheiro”, do Quinteto São do Mato, descubra um pouco mais através do site e das fotos da Cobertura Colaborativa. Tenho certeza de que seu eu irá requisitar sua presença.

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