Ativismo, esporte, rap e Imersão FEM: o fim de semana em poucas palavras

O fim de semana foi agitado em Juiz de Fora!

No último sábado, 22, JF esteve entre uma das 80 cidades brasileiras que promoveram a “Marcha contra a corrupção” num ato de protesto, totalmente pacífico, aos inúmeros escândalos políticos que vem ocorrendo incansavelmente no país. Com cartazes em punho, rostos pintados e nariz de palhaço, um grupo que incluía desde estudantes até famílias, crianças e senhores, desceu o calçadão da Rua Halfeld. A palavra de ordem era clara: “ou param a roubalheira ou paramos o Brasil!”.

Criou forma também o Festival de Slackline Orangotango: as crianças foram as que mais se divertiram testando o equilíbrio na fita! Passaram pelo bosque da UFJF cerca de 200 pessoas de todas as idades, incluindo praticantes cariocas do esporte. Mais do que simplesmente semear o equilíbrio, o Festival plantou árvores nativas com o apoio do Projeto Manifesta – momento de grande envolvimento, principalmente, do público infantil.

Já no domingo, 23, rolou o primeiro Encontro de Mc’s realizado no Happy Lanches, na rua Mariano Procópio. Assumindo um formato totalmente novo – elétrico! -, o evento contou com apresentação de B-Boys, grafitagem da Pekena e discotecagem de Lucian Fernandes e Pedro Paiva, integrante do Vinil é Arte. A batalha, claro, também aconteceu e o compeão da vez foi o Mc Sagaz.

Fechando com chave de ouro, não podemos deixar de falar do pessoal que foi representar o Coletivo Sem Paredes no lançamento da Casa Fora do Eixo Minas. Efervescência: essa é a palavra que marcou a Imersão FEM. De oficinas a conversas infinitas, passando pela ilustre visita do Ônibus Hacker e de artistas que protagonizaram o Compacto.Arte, os agentes Fora do Eixo trocaram ideias, pautaram encaminhamentos e fortaleceram ainda mais os laços que unem os coletivos da região.

É disso que o Coletivo gosta: um mundo sem paredes para o cenário independente – no esporte, nas artes e na música -, para a mobilização social e para a expansão midialivrista. Nos entender como construtores de conteúdo e como promotores de ações concretas é o primeiro passo para a consolidação de uma plataforma onde a cultura corre na sua forma mais livre e ampla.

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