Como foi o Grito Rock Juiz de Fora?

Muita música boa, muita gente animada, amigos, parceiros, artes visuais, poesia, discussão dos rumos da cultura em nossa cidade e no Brasil. O Grito Rock Juiz de Fora teve tudo isso e muito mais!

Nos dias 25,26 e 27 de março de 2011 pudemos gritar pela arte independente. Em três dias de Festival e com as apresentações de 16 bandas reunimos 2000 pessoas no Cultural. Tivemos também a apresentação do Grupo Local ECO – Performances Poéticas e a distribuição gratuita do Zine OrFEL – uma produção do Fora do Eixo Letras.

Além da programação dedicada à literatura, tivemos também a presença forte das artes visuais através da Expo Virtual Grito Rock e a exposição dos trabalhos dos artistas João Paulo de Oliveira e Paulo Sérgio Talarico.

A banquinha Fora do Eixo também estava recheada de opções variadas de produtos do cenário independente brasileiro. Eram livros, cds, dvds e camisetas de várias bandas e artistas.

É preciso lembrar também a presença de vários integrantes de coletivos de Minas Gerais, como os queridos do Coletivo 77 de Barbacena, do Coletivo Pegada de Belo Horizonte, do Coletivo Semifusa de Ribeirão das Neves e os meninos do Coletivo Vatos de Vespasiano.

Para fechar com chave de ouro, na apresentação do Partido da Cultura, conseguimos definir alguns encaminhamentos importantes a respeito das políticas Culturais no Município e na região, num diálogo muito produtivo entre o Coletivo Sem Paredes, o Fórum da Música de Juiz de Fora, o Coletivo Epinefrina e o Coletivo 77 de Barbacena. Além disso, tivemos a indicação do nome de Gian Martins para ocupar a vaga no Conselho de Audiovisual de JF, feita por Fred Fonseca, Conselheiro Municipal para música. E por falar em audiovisual, nosso Grito.DOC abordou o tema “o que é rock ?” e logo logo poderemos conferir o resultado com depoimentos de vários colaboradores, artistas e público.

Entre conversas, shows, e sobretudo uma overdose de arte, tivemos ainda os momentos muito especiais proporcionados pela “Hospedagem Solidária”. O único incoveniente é a saudade que sentimos depois dessas pessoas tão queridas e que dividiram tantas alegrias conosco.

almoço no Galdino, o Rei do Mexidão, com a Banda Monograma de BH.

Mas mesmo com o peito cheio de saudades, estamos incrivelmente felizes pelo sucesso conquistado com a primeira edição do Grito Rock Juiz de Fora.

Ano que vem tem mais minha gente! E viva a inteligência Coletiva!!

Para conferir a cobertura fotográfica completa viste o site do Cultural Bar na sessão fotos ou o flickr do Coletivo Sem Paredes http://www.flickr.com/photos/coletivosemparedes/sets/72157626278797629/

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