Noite Fora do Eixo – Silva Soul e Cromossomo Africano

Neste sábado,o Bar da Fábrica será mais uma vez tomado pela Noite Fora do Eixo – desta vez, regada a muito soul, funky e suingue!

A banda local Silva Soul,  que já firmou seu lugar na cena musical juizforana, vem com todo seu black brazuca pra agitar a galera, fazendo todo mundo dançar.

Completando 8 anos de carreira, a banda composta por Beto Grizendi, Marcelo Castro, Ângelo Goulart, Fábio Ramiro e Anderson Guimarães já levou seu tradicional baile aos principais redutos da soul music carioca e tocou ao lado de grandes nomes do estilo.

Avisa lá, que o Silva tá chegando:

Vinda direto de Belo Horizonte pra compor este sábado fora do eixo, a Cromossomo Africano tem 8 integrantes em sua formação e está em processo de gravação do seu primeiro álbum.

 

O nome da banda representa sua inspiração e sua influência, que abrange desde a mais primitiva percussão, ritmos tribais, rodas de candomblé, a potência dos tambores de rituais, festas e todas as manifestações culturais afro-brasileiras, até o blues, o jazz, o soul, os afro-beats contemporâneos, o hip-hop, o reggae, drum and bass e samba.Tudo, enfim,que lembre nossos cromossomos, nosso DNA e toda a cultura mundial afro-descendente. Confira um pouco do som com a formação antiga e se prepare para mais nessa noite, com a banda completa:

Além disso tudo, a partir da abertura da casa, às 22h, e no intervalo da apresentação das bandas, o DJ Set Discontrole vai marcar presença e garantir que a pista não esfrie.

Impossível ficar fora dessa noite!

Então, não dê bobeira, meu brother, e confirme logo sua participação no evento!

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Cineclube Bordel Sem Paredes – Apresenta: Mostra do Filme Livre

O Cineclube Bordel Sem Paredes pela segunda vez realizará a itinerância da Mostra do Filme Livre. Trazendo para Juiz de Fora esse projeto que abre espaço para a produção audiovisual independente e exibe obras feitas em todos os suportes, formatos e gêneros, inéditos ou não, das mais variadas épocas.

Esse ano uma seleção de curta metragens irá compor a programação do Corredor Cultural, projeto da Funalfa em comemoração ao aniversário da cidade, que promove 48 horas initerruptas de cultura, e que a cada ano trás uma programação mais diversificada e intensa.

Esse ano uma Carta de Curtas da Mostra de Filme Livre foram selecionados dentre 181 filmes para compor a programação de 3 cidades, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília será exibida às 19:00 no CineArtePalace, a entrada é franca com a distribuição de senhas com uma hora de antecedência da sessão.

A mostra de Curtas conta com os filmes: A felicidade dos peixes, Cashman, CELLPHONE, Eva na Primavera, Iaia et Leni, Ovos de Dinossauro na Sala de Estar e Magnífica Desolação.

Saiba mais sobre cada produção que será apresentada aqui: Mostra de Filmes Livre.

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Seleção da Mostra de Filmes Livre

A felicidade dos peixes – 24min X

O mar seria imenso para nós dois, mas neste aquário não te cabe, querida.

Direção: Arthur Fernandes Andrade Lins
Produção Executiva: Arthur Lins
Direção de Produção: Ana Bárbara RamosVivian Maitê
Roteiro: Arthur Lins
Fotografia: Bruno de Sales
Câmera: Bruno de Sales
Arte: Shiko e Gigabrow
Som: Guga S. Rocha
Edição: Arthur Lins e Sarayna Martins
Elenco: Humberto Lopes e Liuba de Medeiros

Cashman – 10min

“…Um dia despertou e o mundo girava como uma caça-níqueis.”

Direção: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Produção Executiva: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Direção de Produção: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Roteiro: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Fotografia: Tiago Vianna
Câmera: Tiago Vianna
Arte: Tiago Vianna, Mariana Miranda, Gustavo Berocan
Edição: Tiago Vianna
Elenco: Gustavo Berocan


CELLPHONE – 15min

Celulares aos milhares, aos milhões. Aparelhos, linhas, operadoras, números, usuários. Nem a cidade nem o homem são capazes de viver sem suas próteses comunicacionais. Cellphone é uma intervenção no universo das ondas telefônicas invisíveis. Adentrando essas frequências, aproveitando sua vulnerabilidade, criamos outros sentidos, outras narrativas, um lugar ficcional, performático, inserido na comunicação cotidiana.

Direção: Daniel Lisboa
Produção Executiva: MAURICIO FONTOURA
Direção de Produção: DANIEL LISBOA
Roteiro: DANIEL LISBOA
Fotografia: FABIO ROCHA
Câmera: FABIO ROCHA
Som: NAPOLEÃO CUNHA
Edição: CAETANO TRAVASSO
Elenco: Márcio Ciolo, Jorge Oliveira, Nilson Rocha, Paula Lice

 

Eva na Primavera – 15min

Eva tem 18 anos e mora no Brasil desde os 2 anos de idade. Seu pai acaboude cometer suicídio. Como último desejo, pediu para sua filha partir em uma viagem para conhecer Nova Iorque, cidade onde ela nasceu. Lá, Eva vai buscar sua identidade.

Direção: Luiz Fernando Azevedo
Produção Executiva: Produtora Pessoas do Século Passado
Direção de Produção: Dodô Azevedo Maria Laura Cravo Vitor Leite
Roteiro: Dodô Azevedo
Fotografia: Dodô Azevedo
Câmera: Dodô Azevedo
Arte: Dodô Azevedo
Som: Dodô Azevedo
Edição: Vitor Leite
Elenco: Maria Laura Cravo 

Iaia et Leni – 3min

A hora do chá numa tarde de sol

Direção: Eugenia Castello
Produção Executiva: Eugenia Castello
Roteiro: Eugenia Castello
Fotografia: Fábio Allon
Câmera: Eugenia Castello
Arte: Eugenia Castello
Edição: Feito em tomada única
Elenco: Malu & Luma

Ovos de Dinossauro na Sala de Estar – 12min

A alemã Ragnhild Borgomanero, de 77 anos, estudou fotografia digital e fez cursos de Photoshop e Premiere para manter viva a memória de seu falecido esposo, Guido, com quem reuniu a maior coleção particular de fósseis da América Latina.

Direção: Rafael Urban
Produção Executiva: Ana Paula Málaga e Rafael Urban
Roteiro: Rafael Urban
Fotografia: Eduardo Baggio
Arte: Maria Andrade
Som: Robertinho de Oliveira
Edição: Ana Lesnovski
Elenco: Ragnhild Borgomanero

Magnífica Desolação – 19min

A MÁQUINA, O HOMEM E A VIAGEM. Impressões sobre o cotidiano dos maquinistas de trem de carga no Brasil.

Direção: Fernando Coimbra
Produção Executiva: Caio Gullane e Sônia Hamburger
Direção de Produção: Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, Fernando CoimbraCoprodutores: Debora Ivanov e Gabriel Lacerda
Roteiro: Fernando Coimbra
Fotografia: Fernando Coimbra
Câmera: Fernando Coimbr
Som: Juliano Zoppi
Edição: Eva Randolph

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Por Tua Culpa. Essa quinta no Cineclube!

Por tu culpa é um filme produzido em uma associaçãoFranco/Argentina. Esse drama produzido em 2010 de Anahí Berneri e Erica Rivas, foi apresentado no Festival do Rio de 2010 e foi selecionado para o festival de Berlim, no mesmo ano.

A trama retrata a vida de Julieta, recém-divorciada, que está sozinha em casa com os dois filhos pequenos. Depois que um deles sofre uma queda e se machuca, ela leva as crianças para o pronto-atendimento e o pediatra de plantão imediatamente nota vários hematomas nos corpos dos garotos, suspeitando de maus-tratos por parte da mãe.

A história escrita por Anahí Berneri permeia temas dificeis de abordar, como a conduta das crianças e de seus pais nos dias de hoje. O filme quer que o próprio espectador perceba os temas sutis que acontecem dentro da trama e faça suas próprias reflexões.

Erica Rivas, conhecida por seu papel cômico e inesquecivel como Maria Elena na adaptação argentina do seriado Married With Children, faz com certeza um dos melhores papeis da sua carreira de atriz se entregando à uma personagem extremamente pesada, densa. O desgaste fisico, o olhar triste e o carinho que tem com os seus filhos dentro da trama, são fatos que concretizam de vez o nome da atriz como uma das melhores dessa geração atual do cinema argentino. Não podemos esquecer a brilhante atuação de ambos atores mirins do longa.

Anahí Berneri é feliz em muitos momentos por ter um elenco maravilhoso, um roteiro interessante e acima de tudo uma condução que parece que o espectador está ao lado da protagonista e que estamos sentindo de maneira conjunta, as aflições da mesma. Um fato curioso, é que o apartamento onde foi filmado a primeira parte do filme pertence a diretora do filme.

Sufocante, desolador, sensivel e pertubador. Por Tua Culpa consegue carregar esses sentimentos e deixar o espectador com uma sensação de desconforto e satisfação por ter visto mais de um cinema diferente, que não tem medo de tocar em temas polêmicos e de aborda-los da maneira mais viseral possível.

Por tua culpa, é nesta quinta no anfiteatro João Carriço as 19hs! Veja mais detalhes da exibição na página do evento e confirme sua presença!

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Oficina ‘Conte Sua História’

No último sábado, dia 19 de maio, o Coletivo Sem Paredes realizou uma bonita ação em parceria com o Museu Mariano Procópio, na 10ª Semana Nacional de Museus de JF.

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Patrimônio histórico da cidade, o casarão que foi construído em 1861 para ser a residência de veraneio de Mariano, e se tornou Museu após ser herdado pelo seu filho, Alfredo Ferreira Laje, se encontra fechado para restauro já há alguns anos.

Apesar do acervo do Museu se encontrar inacessível à visitação pública, muitas atividades vêm sendo promovidas no parque do MAPRO,  espaço que, pelo seu tamanho e beleza, oferece uma infinidade de possibilidades: Clube ecológico, exposições temporárias de reproduções de obras do Museu, apresentações teatrais e musicais, são alguns dos eventos culturais que estão acontecendo ali.

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Compondo essas atividades que têm o intuito de integrar a sociedade ao nosso patrimônio, Gian Martins e Jéssica Costa buscaram somar na Oficina ‘Conte Sua História’, onde o objetivo era fornecer às crianças as ferramentas e as informações necessárias para que elas mesmas registrassem, através da linguagem audiovisual, a sua perspectiva e suas experiências no Museu.

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O resultado não podia ser nada menos do divertido e gratificante. Divididas em grupos que se espalharam pelo parque, as crianças demonstraram espontaneidade, valorização da memória e do patrimônio, criatividade e consciência ecológica, ao mesmo tempo em que, em atos de colaboração mútua, descobriram novos pontos de vista.

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Posteriormente, será editado um vídeo a partir do que foi filmado pelas crianças que participaram da Oficina.

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A maior parte das imagens aqui apresentadas foram feitas pelos nossos produtores mirins de audiovisual – é talento de sobra!

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Música Negra com Muito Swing

Sábado, 26, Noite Fora do Eixo Soul com Silva Soul e Cromossomo Africano

26 de Maio, mais uma Noite Fora do Eixo, vai ocupar o Bar da Fábrica. Lançado pelo Circuito Fora do Eixo, o projeto tem como característica promover o estilo único e especial de cada banda, destacando sua música e valorizando seu trabalho autoral.

Na 8ª edição, Silva Soul vai instaurar um baile de ferver o salão, e para entrar na festa trazendo um swing todo especial de Belo Horizonte, Cromossomo Africano faz um soul instrumental e irá apresentar novos trabalhos que vem realizando para compor o disco que já está engatilhado e prometido para Julho.

Cromossomo Africano Representa nossa inspiração e define nossa influência, que vai muito além da música e está enraizada no nosso cotidiano. Desde a mais primitiva percussão, ritmos tribais, rodas de candomblé, a potência dos tambores de rituais, festas e todas as manifestações culturais afro-brasileiras, até chegar ao blues, jazz, soul, afro-beats contemporâneos, hip-hop, reggae, drum and bass e ao samba.Tudo nos faz lembrar nossos cromossomos, o nosso DNA e toda a cultura mundial afro-descendente.

Sábado, uma amostra da nova música brasileira que fervilha nos becos de todo o país. Mistura de música preta num mechido bem brasileiro que não vai deixar ninguém parado. Convide todos seus companheiros, para dar show na pista de dança do Bar da Fábrica.

Além das bandas convidadas, a noite contará ainda com a apresentação do DJ Set Discontrole a partir da abertura da casa e nos intervalos: às 22 horas, no Bar da Fábrica, o cenário independente juizforano e nacional convergem e criam mais uma Noite Fora do Eixo Juiz de Fora.

Noite FDE - Silva Soul(jf) + Cromossomo Africano(BH)

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Diário de bordo maio 2012

Maio, 2012, Jasmine Giovannini – São Carlos

Saí de Paraty com a sensação de que muita política se descutia e se fazia por ali. Vi a artista com sua escultura hi-tech na praça. Vi o musico francês que gosta de Baden mas toca samba de apartamento.  Vi crianças com traços indígenas fortes nos computadores da lan house da tenda. Vi jovens discutindo indiretamente sobre patrimônio, sem se importar com tradição imaterial. É tudo política. Da barraquinha de churros à ilha particular em angra. rs.

Meu ultimo dia foi domingo das mães. Senti saudades, um peso da distância e a vontade de ir logo a João Pessoa, rever minha mãe e conhecer o Festival Mundo. Também aumentaram minhas vontades de conhecer Porto Alegre, cidade educada! (sem preocupações com possíveis discursos anti-xenofóbicos ou anti-moralistas).

Na ultima madrugada rolou festa do onibus hacker na beira da praia. Foi a ocupação de Paraty  representando o mês de Maio. Teve hackeamento de dj baiana, mas não acabou em samba. (e em pizza?)

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Cheguei em São Carlos e de cara gostei bastante das pessoas e da movimentação na casa. Um sobradinho no centro histórico, luxo! Quem tem histórias aqui são as casas. E todos que passam por elas parecem carregar essas memórias de um coletivo com c minusculo.

Seda aqui começou na segunda e está fluindo bem, naquele velho esquema de que a quantidade do público é relativo. Menos gente com mais cabeça. Rolaram dois debates com temas muito em voga. O uso de software livre, av e educação alinhados para a democratização da comunicação. E a bendita distribuição se apropriando da estética(ou seria a ética?) do camelô.

A distribuição independente tem se tornado um tema tão recorrente que chega até a ser banal (com as devidas ironias assinaladas). Mas o que está sendo banal para mim mesmo é o próprio Audiovisual. Sabe aquela pontinha do iceberg? Pois é…

Hoje é sábado, tem baladinha com VoodooHop. Nem vou explanar as expectativas. hê hê. http://www.facebook.com/events/332038910198517/

E amanhã tem Projeto Axial. Eles já tem um histórico de distribuição alternativa. Se apropriava da tecnologia e da pirataria desde os pioneiros do Creative Commons no Brasil.

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Vontade que dá é de não sair de São Carlos, ao mesmo tempo que é de voltar logo pra Juiz de Fora. Quero #SedaJF!

mais evento: http://www.facebook.com/events/300727796678104/

E mais foto: http://www.flickr.com/photos/massacoletiva

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Relato Semana de Comunicação Estácio de Sá – Midialivrismo e Sustentabildiade

Por Leonardo Lina

Ser midialivrista é se colocar em um novo patamar de existência no qual tudo agrega sentido e todo momento é de comunicação, de transmitir mensagem, de se dotar de informação em qualquer meio: através do corpo, com papel, com lápis, caneta, redes sociais, artes; enfim, tudo.

Ontem, 16 de maio, estivemos eu e a Carolina Bisaggio na Semana de Comunicação da Estácio de Sá executando uma oficina/bate-papo com o tema “Como o midialivrismo pode contribuir para uma comunicação sustentável?”.

Foi uma hora a hora e meia de #ConversasInfinitas, aqueles papos que vão e podem se alongar por dias (sem precisar acabar), sobre a ação midialivrista dentro e fora da rede Fora do Eixo, quer dizer, discutimos sobre como cada pessoa produz e distribui conteúdo podendo modificar seu contexto, sua realidade, seu ambiente: sua vida.

Entender e questionar os meios de comunicação através do midialivrismo – essa maneira de se comunicar através das mídias livres – é se perguntar até que ponto somos protagonistas de nossas vidas, até que ponto escolhemos e fazemos acontecer aquilo que acreditamos e como distribuímos e mostramos para o mundo a nossa relação com o que vivemos.

Foi um momento em que pudemos incentivar e perceber a interação e os interesses principais de algumas pessoas novas dentro do ambiente da Comunicação (grande parte dos participantes acabaram de ingressar na faculdade de comunicação) com essa questão que a cada dia faz-se mais presente nos mais diversos lugares.

Fica o muito obrigado pelo convite para a Nininha e o agradecimento pela participação de todos, com a certeza de que só bons frutos podem sair de tudo e de toda a experiência.

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Cineclube Bordel Sem Paredes, exibe “Eu Matei Minha Mãe”

O Cineclube apresenta nesta quinta-feira, mais um longa-metragem, dando continuidade a sequência de exibições relacionados ao mês das mães. O filme da vez é “Eu Matei Minha Mãe”, primeira produção do diretor canadense Xavier Dolan, e que rendeu ao mesmo três prêmios no Festival de Cannes de 2009.

O longa retrata a vida de um adolescente de 17 anos, que tem uma relação conturbada com a mãe, vivendo constantemente com o sofrimento de não entender seus conflitos internos, desprezando a relação maternal, criando desta forma um drama, principalmente através de suas experiências adquiridas fora do ambiente familiar.

O Filme retrata situações de descobertas artísticas, experiências ilícitas, amizades e sexo. O foco da história encontra-se nas dificuldades da convivência entre pais e filhos, além de expor a homossexualidade do protagonista. As cenas ilustram os métodos de manejar e culpar, ambos usados por mãe e filho a fim de tentarem conseguir o que almejam.

Aliada a uma característica bastante peculiar do jovem diretor, usando frequentes closes, a câmera busca captar de perto as expressões dos atores, o que torna a história ainda mais intimista e sensível.

O protagonista Hubert, interpretado pelo próprio Dolan, desaprova constantemente as atitudes da mãe Chantale (Anne Dorval), mesmo nos comportamentos mais simples, como por exemplo na forma de se vestir. Em contrapartida, Hubert se mantem esperançoso por mudanças de comportamento de sua genitora, que mostra-se relapsa e desatenta aos seus problemas.

O longa ainda conta com a participação do ator François Arnaud, interpretando Antonin (namorado de Hubert), que é filho de uma mulher liberal e sempre de bem com a vida. Amante da arte, dá forças as vontades e gostos do casal e enfrenta a sexualidade com naturalidade.

Os dilemas expostos no filme, geram um grande debate sobre situações cotidianas, entre as relações entre pais e filhos.

O enredo merece destaque, sendo acompanhado por uma trilha sonora muito elogiada entre os críticos de cinema.

Quinta feira dia 17 de maio às 19:00 no Anfiteatro João Carriço (Prédio da Funalfa) Av. Rio Branco, 2234 – Centro – Juiz de Fora – MG

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Muita música na Primeira Noite Fora do Eixo de 2012!

Foi ao doce som de Sweet-Bitter simphony que a noite começou. Em uma noite fria, digna do estilo britânico da banda The Radioleft o Bar da Fabrica se contagiou. A primeira Noite Fora do Eixo de 2012 teve o prazer de apresentar essa banda juizforana que tem por influência bandas como The Beatles, Oasis e Coldplay. A banda veio com muita energia, mostrar a suave melodia de seu cd autoral.

Com casa cheia, a platéia foi contagiada além das apresentações com o som de covers como All my Loving e Helter Skelter.

Dando sequência com um intercâmbio cultural, a banda de BH Aldan veio mostrar sua produção de humor inigualavel e melodias curiosas. Com influências de bandas como Pato Fu e Graforréia Xilarmônica, a banda divertiu a galera.

E ao fim dessa noite tão musical, o Coletivo Sem Paredes se despede satisfeito por promover a integração de bandas alternativas e de abraçar a produção independente brasileira. Mas não va pensando que acabou! As Noites Fora do Eixo estão so começando!

Para saber mais sobre os próximos eventos, acompanhe as redes sociais do coletivo (facebook e twitter). As imagens da noite podem ser vistas no Flickr.

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